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Um italiano morreu e quatro estão desaparecidos depois de mergulho nas Maldivas

Luana Augusto 15 de maio de 2026 às 19:13

Grupo estava a explorar as cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu quando desapareceu. Autoridades encontraram um dos corpos e estavam a fazer buscas pelos restantes, que acreditam que também estejam mortos.

Um turista italiano morreu e outros quatro continuam desaparecidos depois de um mergulho nas Maldivas, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália. Tudo aconteceu na quinta-feira, quando o grupo, que se encontrava a explorar cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu, a uma profundidade de cerca de 50 metros, desapareceu. No mesmo dia, as autoridades das Maldivas disseram ter encontrado o corpo de um deles.

Monica Montefalcone, uma das cinco mergulhadoras italianas que desapareceram perto de Alimathaa Greenpeace via AP, Ho

"Acredita-se que os mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar as cavernas a uma profundidade de 50 metros", esclareceu o ministério. Segundo as Forças Armadas das Maldivas, o corpo foi encontrado numa caverna a cerca de 60 metros de profundidade. Acredita-se, por isso, que também os restantes mergulhadores estejam naquele local. 

“A caverna é tão profunda que os mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se aventuram a chegar perto”, disse o porta-voz da presidência das Maldivas, Mohammed Hussain Shareef .

O cenário levou as autoridades a realizarem, na sexta-feira, buscas naquela zona: para isso, mobilizaram barcos, aeronaves e equipas de mergulho para vasculhar a área. O embaixador italiano também seguiu a bordo dos barcos de busca.

Segundo a internacional, as Maldivas podem vir agora a solicitar assistência internacional, até porque as condições climáticas poderão vir a atrasar o resgate.

O ministério italiano não forneceu, no entanto, detalhes sobre a identidade das vítimas ou o que terá causado o acidente: referiu apenas que todos os cidadãos são italianos e que foi aberta uma investigação. Sabe-se apenas que do grupo fazia parte uma professora de ecologia, a sua filha e dois investigadores e que a equipa fazia parte da Universidade de Génova. 

"A solidariedade de toda a comunidade universitária estende-se às famílias, colegas e alunos que compartilharam a sua jornada humana e profissional", disse a universidade em comunicado. 

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