Sábado – Pense por si

Um ator idolatrado a rir de si próprio no Trindade

Em O Amor é Tão Simples, que encena e protagoniza, Diogo Infante propõe um “divertimento inteligente” para esquecer a pandemia. E até canta.

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Rita Bertrand 12 de fevereiro de 2022 às 18:00

Estrela dos palcos ingleses ainda antes da Segunda Guerra Mundial, presença habitual nos serões da aristocracia e com um estilo único, a combinar ironia e sofisticação, Noël Coward era um homossexual assumido nos seus círculos privados, mas não publicamente: seria demasiado escandaloso para uma vedeta de meados do século XX. O que é curioso para Diogo Infante, que traz ao Teatro da Trindade a sua peça mais autobiográfica, O Amor É Tão Simples, é que “ainda hoje, 70 anos depois, o pudor em torno do assunto persiste, pelo menos no nosso país”, especialmente quando se trata de celebridades.

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