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Feira do Livro de Frankfurt regressou ao formato presencial com menos editoras e bancas

A Feira do Livro de Frankfurt voltou este ano com menos de um terço dos expositores habituais. A 73ª edição ficou marcada pela polémica participação de uma editora de extrema-direita e pela ameaça de falta de papel para novos livros. Contudo, o certame ainda é um ponto de encontro de diferentes culturas. As editoras portuguesas estiveram ausentes.

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Edição de 1 a 7 de dezembro
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Arne Dedert/Pool via Reuters

Um extravagante alemão com um casaco amarelo-fluorescente felpudo folheia as páginas de um livro em formato gigante instalado no pavilhão 3 da Feira do Livro de Frankfurt: planícies, azeitonas, uma samarra pendurada. Não há muito que enganar: é o Alentejo. "Que ideia tão fixe!", exclama o visitante. Gonçalo Afonso, um português da Amadora radicado em Frankfurt, esboça um sorriso. Há oito anos que marca presença no maior certame mundial da indústria livreira em representação da Agência de Promoção Turística do Alentejo. "Apesar de este ano a Feira estar muito mais pequena, temos tido reações muito boas e interesse de várias pessoas em visitar o Alentejo", afirma Gonçalo. 

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