Entrevista
Cancro e sexualidade

Mafalda Cruz: "A recuperação [da vida sexual] após o cancro é possível, mas pode ser preciso uma adaptação"

Mafalda Cruz: 'A recuperação [da vida sexual] após o cancro é possível, mas pode ser preciso uma adaptação'
Lucília Galha 03 de janeiro

O cancro não significa o fim da sexualidade, mas a doença e os tratamentos podem provocar efeitos secundários que condicionam esta dimensão da vida dos doentes. A médica radioncologista do IPO do Porto explica que estratégias existem para os ajudar e a importância de haver equipas especializadas para lidar com o assunto.

Cancro e sexo são duas palavras que não costumam vir juntas, mas deviam. Razão: é que a sexualidade é um importante indicador de qualidade de vida e saúde do doente e, ao contrário do que se possa pensar, "são poucos os casos em que a relação sexual está contraindicada", garante à SÁBADO a médica radioncologista do IPO do Porto, Mafalda Cruz. A profissional de saúde, que também tem formação na área da medicina sexual, confirma que a doença e mesmo os tratamentos podem ter muitos efeitos a nível sexual. Mas é possível contorná-los e voltar ao que era dantes.

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