Sábado – Pense por si

A vista típica da Praia das Maçãs
Luísa Oliveira

Praia das Maçãs: Aqui terá dado à costa o hino de Portugal

O compositor Alfredo Keil foi o terceiro habitante da vila, no final do século XIX. A sua casa mantém-se intacta, assim como a capela de onde ainda hoje parte a Nossa Senhora da Praia. Diz-se à boca cheia que a Portuguesa, a música de onde saiu a canção nacional, nasceu com vista para estas águas agitadas.

Miguel Rodrigues (em cima), principal arguido do caso, está preso preventivamente. Foi acusado por crime de tentativa de espionagem.
Carlos Rodrigues Lima

Serviços secretos: o caso do falso espião russo que pôs a PJ a caçar gambozinos

Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.

O monstro de Beja
João Amaral Santos

Crime e castigo: o monstro de Beja

Francisco bebia para lidar com o desespero e, um dia, matou toda a família à catanada. Justificou o ato com as "dívidas", mas havia outros segredos. O homicida enforcou-se na noite em que entrou na cela.

A primeira vítima do assassino foi um militar da GNR, mas não seria a última
João Amaral Santos

Crime e castigo: o homicida de Aguiar da Beira

Um procedimento de rotina de dois GNR de Aguiar da Beira libertou a fúria de Pedro Dias, um burlão sedutor e violento, que viria a protagonizar uma longa perseguição que prendeu a atenção do País.

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O soliário de Joana Vasconcelos avista-se de bem longe
Luísa Oliveira

Atlético: Isto não é só um estádio

É um museu? É um food court? Na Tapadinha, um clube da Liga 3 que esteve a morrer agora exibe obras de Vhils, Joana Vasconcelos e Bela Silva por entre bifanas de Vasco Lello. A ideia foi do novo dono, um americano que se apaixonou por Lisboa.

Os segredos da vida financeira de Salazar
Marco Alves

Dinheiro, gastos e benesses do Estado. Os segredos da vida financeira de Salazar

A preços atualizados, tinha 113 mil euros no banco quando morreu, além de prata, ouro, casas e terrenos, que hoje valeriam milhões. Poupado e com salário de €8.450 (preços de hoje), beneficiou de viver 31 anos numa casa oficial. Recorreu a funcionários e meios públicos para assuntos pessoais, o Estado gastou €1,9 milhões na sua doença e atribuiu-lhe um salário vitalício.

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