Entrevista
Música

Cassete Pirata: "A missão da nossa geração é dar passos atrás"

Cassete Pirata: 'A missão da nossa geração é dar passos atrás'
Pedro Henrique Miranda 18 de novembro

Inspirado na energia dos Supertramp e na narrativa da música portuguesa de intervenção, A Semente, o novo disco dos Cassete Pirata, é um "alerta" para os tempos atribulados que vivemos.

O segundo longa-duração dos Cassete Pirata não é nem um daqueles discos que ficou apeado por causa da pandemia, nem, propriamente, uma reação a ela. Ao invés disso, as canções começaram a ser escritas ainda antes do mundo mudar, guiadas por um sentimento que, como conta o frontman e compositor, João "Pir" Firmino, a pandemia só veio intensificar: o profundo desconforto com a alienação das redes sociais, o extremar dos extremismos e a inação perante a catástrofe climática com que nos deparamos.

Em boa hora, então, chega, para alertarmos, A Semente, disco em que os Cassete Pirata convidam-nos a refletir sobre a nossa relação com o mundo e, em simultâneo, expandem a sua sonoridade para incluir, também em disco, algumas das sonoridades mais pesadas que já praticam ao vivo.

Como surgiu o conceito deste novo disco?

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