Entrevista
Matti Aapro

Um milhão de cancros por diagnosticar? “Penso que nos atrasámos, inutilmente”

Um milhão de cancros por diagnosticar? “Penso que nos atrasámos, inutilmente”
Lucília Galha 19 de novembro

O presidente da Organização Europeia Contra o Cancro considera que se podia ter agido de outra maneira durante a pandemia, mas acredita que se acelerarem agora os rastreios no final de 2022 será possível recuperar. E apela às pessoas para que não tenham medo de os ir fazer.

Não é possível ignorar este número: a Organização Europeia Contra o Cancro estima que, por causa da Covid-19, um milhão de cancros terão ficado por diagnosticar em toda a Europa. Para sensibilizar para este atraso, que pode custar vidas, e garantir que se recupera, a associação lançou uma campanha chamada Time to Act. Destina-se a encorajar as pessoas a procurarem os serviços de saúde – a não adiarem por medo – e também a estarem atentas aos sinais de alarme.

A SÁBADO falou com o presidente da Organização Europeia Contra o Cancro, Matti Aapro – que também trabalha num centro de oncologia na Suíça, o Genolier Cancer Center, onde se especializou em cancro de mama – para saber que consequências se podem esperar deste atraso e o que pode ser feito para recuperar. 

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