Sábado – Pense por si

SIGA-NOS NO WHATSAPP
Não perca as grandes histórias da SÁBADO

As histórias desconhecidas dos poderosos Amorim

António, com 92 anos, vai às fábricas de cortiça todos os dias. Os irmãos José e Joaquim ainda gostam de negócios e estão ativos - como a cunhada Fernanda, viúva de Américo, importante a gerir a harmonia familiar entre as irmãs Paula, Marta e Luísa. E há uma nova geração da família mais rica do País quase pronta a entrar em cena.

Todos os anos, no sábado que antecede o Natal, um almoço de família junta os descendentes de Américo Amorim e dos seus sete irmãos em Mozelos, Santa Maria da Feira. O encontro, que reúne cerca de 80 pessoas, tem local fixo: a agora sede da Fundação Albertina Ferreira de Amorim, a casa onde os irmãos nasceram e onde viveu a tia Tina, a única dos oito que não casou - com a morte da mãe, aos 56 anos, e 20 meses depois do pai, aos 55, assumiu o papel de matriarca da família. "Era uma pessoa muito devota e generosa, que dava tudo a toda a gente, não me lembro de ninguém na família que não gostasse dela", conta o sobrinho-neto João Amorim.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login