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Retrato da crise dos axadrezados: "O Boavista não vai acabar"

Tiago Carrasco 07 de abril de 2026 às 23:00

Dívidas de 100 milhões de euros, estádio fechado, treinadores a recibos verdes, património leiloado. O clube portuense vive a pior crise. Ao mesmo tempo, a claque formou uma nova equipa - e já subiu de divisão.

Ricardo Pinho, mais conhecido por “Gaia”, viveu sempre para o Boavista. Este ano, passou a viver para três: o clube, do qual é delegado da equipa de sub-17, a Boavista SAD, cujas partidas acompanha com o megafone da claque, e o Panteras Negras FC, a nova equipa formada pelos ultras, onde também desempenha funções diretivas. “É muito confuso, nunca pensei que se chegasse a este ponto”, diz o boavisteiro, de 45 anos. “Acordo sempre preocupado com o Boavista e triste por não poder ver jogos no estádio. Vou ao Bessa só para ver as bancadas, é uma dor de alma”.

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