Pablo Carreño-Busta: "Às vezes custa-me adormecer antes dos jogos importantes"

Pablo Carreño-Busta: 'Às vezes custa-me adormecer antes dos jogos importantes'
Carlos Torres 28 de abril de 2018

Finalista em 2016 e vencedor em 2017, o espanhol Pablo Carreño-Busta regressa ao Estoril Open, para defender o título. O tenista diz que costuma ter sorte no torneio português e acredita que poderá voltar a ter sucesso: "Jogarei mais tranquilo, sabendo que se já ganhei uma vez posso vencer novamente".

No final de 2011, com apenas 20 anos, chegou a nº 133 do mundo e parecia bem lançado para entrar no top 100 no ano seguinte. Mas uma lesão nas costas obrigou-o a ser operado e a parar sete meses. "Tive de começar de novo", admite. Aliás, em 2012 acabou a época no nº 715.

Em 2013, ainda apostou pouco nos torneios ATP, mas teve uma entrada muito forte no circuito ITF (42 vitórias em 43 jogos), venceu seis Futures e subiu no ranking. Foi nesse ano a sua estreia no Estoril Open. Começou no qualifying e chegou às meias-finais (eliminado por Stanislas Wawrinka, que iria vencer a prova).

Pablo Carreño-Busta chegou pela primeira vez à final do Estoril Open em 2016, perdendo para Nicolás Almagro. Nesse ano, em Agosto, conquistou o seu primeiro ATP (Winston-Salem, nos EUA), ao derrotar na final Roberto Bautista Agut. O que lhe permitiu uma subida ao nº 39 do ranking.

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