Alargamento da competição e polémico sistema de bilhética justificam verba recorde.
A FIFA arrecadou uma receita histórica com o mais recente Campeonato do Mundo nas Américas, concretamente 4,5 mil milhões de euros com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade, um valor cinco vezes superior ao registo há quatro anos, no Mundial do Qatar.
FIFA President Gianni Infantino speaks during a reception at Trump Tower with President Donald Trump in New York, Friday, JulyJacquelyn Martin / AP
Segundo o The Times, o organismo que rege o futebol mundial, liderado por Gianni Infantino, garantiu uma receita global de 13,4 mil milhões de euros, montante que não foi confirmado pela organização mas que é facilmente explicado por alguns fatores. Desde logo a extensão do Mundial de 32 para 48 seleções, tendo sido a primeira vez na história que o certame contou com 104 jogos. Comparando com 2022, existe um acréscimo de 40 jogos e, com isto, um avolumar de receitas.
Desta equação não pode ficar fora o polémico sistema de bilhética que tanta controvérsia foi gerando ao longo da competição, no caso o facto de os bilhetes estarem sujeitos a uma política dinâmica de preços, ou seja, o valor dos ingressos não era determinado por uma tabela fixa, mas sim em função da procura. Na plataforma de revenda, onde foram vendidos bilhetes a preços exorbitantes, também era cobrada uma taxa de 30%.
Contudo, o balanço financeiro positivo não retira pressão a Gianni Infantino, que tem estado na mira de diversas federações devido ao plano de querer vender os Mundiais a investidores privados.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.