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Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina2026 sem casos de doping

Lusa 01 de abril de 2026 às 18:41

A operação no palco olímpico estendeu-se desde a abertura das Aldeias Olímpicas, em 30 de janeiro, até à cerimónia de encerramento, em 22 de fevereiro.

A Agência Internacional de Testes (ITA) anunciou esta quarta-feira que não foi encontrada, até ao momento, qualquer violação das regras antidoping nos recentes Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, nas 3.053 amostras coletadas.

Foto AP/Nikos Seimenakis

Os controlos antidoping durante os Jogos foram realizados a 1.848 atletas, ou seja 63,4% dos participantes, envolvendo todos os Comités Olímpicos Nacionais presentes.

Durante a fase pré-Jogos, 92% dos atletas inscritos foram testados, pelo menos uma vez, nos seis meses que antecederam Milão-Cortina2026.

O total das amostras é composto por 2.180 amostras de urina, 768 amostras de sangue e 105 amostras de mancha de sangue seco (DBS).

A operação no palco olímpico estendeu-se desde a abertura das Aldeias Olímpicas, em 30 de janeiro, até à cerimónia de encerramento, em 22 de fevereiro.

Face aos anteriores Jogos, há um aumento claro em comparação com os 55% dos atletas testados durante os Jogos Olímpicos de Inverno Pequim2022.

A distribuição dos testes refletiu o tamanho das delegações nacionais, com Estados Unidos, Itália, Canadá, França e Alemanha entre as nações mais frequentemente testadas.

Hóquei no gelo, esqui cross-country, biatlo, patinagem de velocidade e esqui alpino tiveram o maior número de controlos antidoping.

No geral, o programa de testes teve uma distribuição equilibrada entre testes dentro e fora da competição, cada um representando 50% das amostras coletadas.

Todas as amostras coletadas durante os Jogos foram analisadas pelo laboratório antidoping de Roma, acreditado pela Agência Mundial Antidopagem (WADA), em conformidade com o Código Mundial Antidopagem.

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