Empresa de reprodução no espaço lança desafio a Portugal: "Estamos na fase de financiamento"

Empresa de reprodução no espaço lança desafio a Portugal: 'Estamos na fase de financiamento'
Raquel Lito 21 de janeiro de 2019

O parto de uma mulher no espaço está agendado para 2024. A SÁBADO falou com um dos pais da Missão Berço, Kees Mulder, que convida os investidores portugueses a participarem com capital


A ambição é interplanetária; o ponto de partida holandês. E sim, poderá haver vida noutros planetas: mas humana. Os preparativos estão em curso pela  Space Life Origin, sediada em Amesterdão, que em 2024 pretende realizar um parto monitorizado a 250 milhas da Terra (o equivalente a 402 quilómetros), numa missão que durará entre 24 a 36 horas. Para atingir a meta, a grávida pioneira será acompanhada por uma equipa médica, que a startup considera de excelência. A SÁBADO falou com o CEO Kees Mulder para esclarecer esta nova era da reprodução humana – e em que Portugal é desafiado a participar como investidor.  

Kees Mulder antevê o parto "com um custo significativo" (sem querer avançar números), num novo tipo de hotéis e estações espaciais. Decorrerá com o acompanhamento de três médicos e será monitorizado segundo os padrões dos serviços de saúde ocidentais. Voluntárias não faltam: "Vários casais e mulheres e entraram em contacto connosco para participar no programa. Mas ainda é cedo para ser mais preciso."

A Missão Berço passa por cinco etapas: começa pela monitorização da grávida, que segue viagem na nave espacial. Após o parto, são feitos exames médicos de preparação para o regresso à Terra. Por fim, dá-se a aterragem.  

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