Sábado – Pense por si

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Duas horas antes de começar o concerto, o grupo diz que não está nervoso mas quando chega o momento de subir ao palco, Silas confessa: “Agora é que são elas”. Chegou a altura de servir o Pequeno Almoço Continental. Jónatas abraçou-se ao baterista David, que é também seu irmão, e pediu-lhe calma. “Se alguma coisa correr mal, olhamos um para o outro”, disse-lhe. Com Duro de Ouvir, a segunda música do alinhamento, os Os Pontos Negros cativaram a plateia: palmas, miúdas a gritar, jogos de cintura sensuais. Os ritmos pop-rock da banda arrancaram de tudo. Jónatas estava eléctrico. Abanava a cabeça com  vigor, o movimento dos cabelos negros e encaracolados davam-lhe um ar de estrela rock. No final do tema, pegou na guitarra, chegou o mais perto do público que conseguiu, levantou um dos braços e disse: “Obrigado por estarem aqui, nós somos os Os Pontos Negros”.

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