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A Tóbis que tanto quisemos

Joana Leitão de Barros 06 de abril de 2017 às 07:00

O êxito de uma campanha nacionalista levou à construção dos estúdios da Tóbis, onde nasceram filmes ícone das décadas de 30 e 40

O primeiro estúdio português de filmes sonoros foi financiado por uma sociedade anónima e apresentado ao mundo a 6 de Abril de 1933. Construído em ambiente de "febril entusiasmo", o investimento privado de mil contos foi embalado pelas promessas do novo Secretariado Nacional de Informação e a vontade de sedimentar uma indústria. Criada a Sociedade de Filmes Sonoros Portugueses, com sede "provisória" no Teatro de São Luiz, uma autêntica operação mediática e comercial permitiu a captação do capital privado. A Tóbis Portuguesa iria ter como principais acionistas "um dos maiores exibidores da capital, uma importante firma distribuidora e uma grande casa editora de discos" revelava a revista "Imagem" de 4 de Abril. O interesse da Klang- Film, representada pela A.E.G, era visto como um trunfo assinalável.

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