O que há de novo no enoturismo nacional

Filipa Teixeira , Rita Bertrand 09 de outubro de 2018

A curiosidade em torno do vinho não pára de crescer. Em resposta, nascem novas salas de prova e renovam-se adegas para acolher os enófilos. Fomos visitá-las e descobrimos arquitecturas imponentes, acabadas de estrear, grandes caves e deslumbrantes vistas. Vamos às provas?


ALENTEJO

Herdade do Esporão

Há muito que a herdade de 1.863 hectares - de onde saem os clássicos Reserva (incontornáveis desde a década de 80) e agora também os brancos e tintos Colheita, os primeiros da marca com certificação biológica - é referência no enoturismo alentejano, mas este Verão renovou-se, para tornar a experiência dos enófilos mais completa e memorável. A nova sala de provas, nas caves (e apontada a provas de vinhos raros), é a que mais impressiona ao nível arquitectónico, mas tudo o resto foi ampliado e adaptado (pelo Atelier Skrei, do Porto), claustro, adegas e lagares incluídos, para melhor mostrar a produção vinícola (e de azeite) da empresa - em cursos, provas sensoriais, trilhos de caminhada, jogos de aromas e, até Outubro, programas de vindimas. Também o restaurante da herdade se renovou, tanto na decoração, à base de aduelas recicladas de barricas, como na carta, agora mais próxima da gastronomia tradicional portuguesa, com apontamentos de autor: Carlos Teixeira assina os menus degustação de cinco ou sete pratos, a €50 e €65 respectivamente) e ingredientes cultivados nas hortas próprias.

Reguengos de Monsaraz • T. 266 509 280

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
Para activar o código da revista, clique aqui