Teodora Cardoso: "As cativações são necessárias ou, pelo menos, são convenientes"

Negócios 15 de novembro de 2018

A presidente do Conselho das Finanças Públicas desvalorizou a diferença entre o valor do défice que resulta dos mapas orçamentais, sujeitos a aprovação do Parlamento, e a previsão de execução apresentada pelo Governo.

Por Margarida Peixoto - Jornal de Negócios

A presidente do Conselho das Finanças Públicas (CFP), Teodora Cardoso, desvalorizou esta quinta-feira a aplicação de cativações no Orçamento do Estado, bem como o facto de o Governo estar a pedir ao Parlamento uma aprovação de despesa que resultaria num défice superior àquele com que publicamente se compromete. A responsável falava durante a audição do CFP, na Assembleia da República.

"[As cativações] são necessárias ou, pelo menos, são convenientes, porque são a maneira de o ministro das Finanças poder gerir despesas sem ter de aprovar novas medidas", defendeu Teodora Cardoso, perante os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças.

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