Sargentos da GNR criticam política de recrurtamento na corporação

CM 29 de janeiro de 2018

Militares sofrem dificuldades devido à falta de cerca de 6.000 militares.

Por Correio da Manhã

A Associação Nacional dos Sargentos da Guarda criticou esta segunda-feira a política de recrutamento na GNR, considerando que a corporação atravessa a "dramática dificuldade" de assegurar serviços de patrulhamento e fiscalização devido à falta de cerca de 6.000 militares.

"Assiste-se atualmente na Guarda à dramática dificuldade em assegurar o serviço de patrulhamento e fiscalização nas áreas da sua responsabilidade. A falta de militares, em cerca de 6000 efetivos, tem levado à redução drástica de patrulhas e constante agrupamento de área de dois e três postos, patrulhada apenas por dois elementos", denuncia aquela associação, em comunicado.

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