Pedia de 30 a 125 mil euros por Daniel

CM 13 de janeiro de 2017

Mãe raptora em silêncio no primeiro dia de julgamento.

Por Correio da Manhã

Lídia Freitas pretendia lucrar entre 30 e 125 mil euros com a venda do filho Daniel, o menino (então com ano e meio) que esteve três dias desaparecido na Calheta, Madeira, em 2014, e cuja história chocou e emocionou o País. A mulher começou ontem a ser julgada por rapto e tráfico de pessoas. Recusou falar.

Foram ouvidos inspetores da PJ envolvidos na investigação. Todos revelaram que a responsabilidade da mãe no caso "foi uma hipótese colocada no próprio dia". Estranharam estar "demasiado calma" e "não parecer aflita" com o desaparecimento do filho.

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