Família de militar morto a tiro no Mali ainda sem pensão

CM 29 de março de 2018

Autorização só chegou há três dias por atrasos na autópsia.

Por Correio da Manhã

A viúva e as duas filhas menores, de 2 e 11 anos, do sargento-ajudante Gil Fernando Paiva Benido - militar do Exército morto a tiro no Mali, em junho de 2017, por um terrorista da Al-Qaeda e sepultado em Valongo - ainda não receberam a pensão de sangue a que têm direito.

Um atraso no relatório da autópsia terá levado a que o despacho final do ministro da Defesa, Azeredo Lopes, só chegasse segunda-feira.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login