Ébola: OMS alerta que o vírus continua "fora de controlo" na RDCongo
Segundo a OMS, a dispersão geográfica abrange seis províncias com uma área total de cerca de 630 mil quilómetros quadrados
Segundo a OMS, a dispersão geográfica abrange seis províncias com uma área total de cerca de 630 mil quilómetros quadrados
O objetivo do cérebro não é saber a verdade, é ser rápido a avaliar para sobreviver.
O surto de ébola da República Democrática do Congo não parece dar tréguas. Um responsável da ONU diz que o vírus está a ganhar terreno e que "o mundo precisa de acordar".
Descoberta pode proporcionar novas formas de tratamento de infeções que se tornam resistentes a antibióticos. Há, no entanto, preocupações de que esta tecnologia pode ser utilizada de forma maliciosa para criar novas doenças.
Os vírus foram detetados em duas armadilhas instaladas em ambos os concelhos.
É tão mau quanto a gripe e tem ainda outra agravante - não há um tratamento eficaz. Um estudo pioneiro destinado a perceber o verdadeiro impacto do Vírus Sincicial Respiratório nos mais velhos concluiu que quase metade dos doentes internados desenvolve complicações graves e cerca de 20% já não saem do hospital.
O paciente em questão veio de uma das zonas afetadas pelo surto do vírus na República Democrática do Congo.
Peter Stafford é um médico missionário da ONG cristã norte-americana Serge, e foi exposto ao vírus enquanto tratava pacientes no hospital de Nyankunde, da República Democrática do Congo.
Os sintomas da chikungunya, classificada pela Organização Mundial de Saúde como uma das doenças tropicais negligenciadas, incluem febre alta, dores musculares e nas costas, dor de cabeça, fadiga, náuseas e erupções cutâneas.
As cerimónias fúnebres de vítimas de Ébola no leste do Congo estão a ser realizadas sob escolta militar devido à resistência de algumas comunidades às medidas sanitárias impostas para travar a propagação do virus.
Surto de Ébola no Congo já provocou mais de 100 mortes. Segundo o infecciologista Jaime Nina, o cenário pode ainda vir a piorar.
Um centro de tratamento de Ébola em Rwampara, no leste da República Democrática do Congo, foi incendiado, esta quinta-feira, numa altura em que se ouviam tiros nas proximidades e registavam-se confrontos entre residentes e equipas de apoio. Segundo responsáveis locais, o incidente terá sido provocado por um mal-entendido relacionado com a retirada de um corpo de uma vítima do vírus.
Vírus é conhecido por se espalhar com facilidade, principalmente em cruzeiros. Estima-se que provoque cerca de 200 mil mortes anuais em todo o mundo, sendo que um quarto são crianças.
"Por enquanto, temos alguma tranquilidade para dizer que o risco em Portugal é muito baixo. Isto não é apenas a DGS que está a dizer, é também o Centro Europeu de Doenças Transmissíveis e a própria OMS", afirmou Rita Sá Machado.
Vírus, que já matou três pessoas que seguiam a bordo de um cruzeiro e infetou outras oito, está a levantar preocupações. Há quem questione se podemos estar perante uma nova pandemia. O médico Nuno Alegria explica o que devemos esperar.
Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou no passado dia 8 de abril a norma referente à estratégia de vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) no Programa Nacional de Vacinação.