Eleições para Conselho de Estado, TC e provedor de Justiça marcadas para 27 de fevereiro
As votações para estes órgãos externos acontecerão já depois de uma eventual segunda volta das eleições presidenciais.
As votações para estes órgãos externos acontecerão já depois de uma eventual segunda volta das eleições presidenciais.
As votações para estes órgãos acontecerão já depois de uma eventual segunda volta das eleições presidenciais.
Já foram aprovadas 163 iniciativas. Último dia de votação final global é na quinta-feira.
Os dois requerimentos, apresentados pelo Governo, foram incluídos no guião de votações substituído disponibilizado a meio da manhã, não constando da primeira versão de quinta-feira.
O candidato único foi eleito na primeira ronda de votações com 202 votos a favor.
Foi tranquila e rápida a eleição do novo Papa Leão XIV – bastaram quatro votações realizadas em dois dias. Mas a história do evento secreto nem sempre foi assim.
Leão XIV foi o nome escolhido pelo primeiro Papa americano da História. Foi eleito no segundo dia de conclave ao fim de quatro votações.
Estão marcadas mais duas votações para esta tarde.
Esta quinta-feira podem ocorrem quatro votações e, se nenhuma conseguir reunir os três terços dos votos o processo repete-se no dia de amanhã.
Anúncio estava marcado para 17 de janeiro, mas por causa dos incêndios foi adiado dois dias. Votações também são prolongadas por dois dias e terminam a 14 de janeiro.
Documento foi entregue a 10 de outubro no parlamento e arrancam agora as votações na especialidade. Votação final global está agendada para daqui a uma semana, 29 de novembro.
A corrida eleitoral dos eurodeputados portugueses iniciou-se em 1987, mantendo-se desde então um duelo clássico entre PS e PSD, com alianças pelo meio e cabeças de lista de peso. Veja ainda a cronologia dos momentos mais marcantes.
Na última legislatura, 72% das votações foram conseguidas graças à “grande coligação” entre PPE, Socialistas e Liberais. Os três partidos do arco da governação europeísta têm prioridades capazes de gerar acordos na próxima legislatura. Os trabalhos parlamentares vão depender da coesão do bloco central mas também do peso das direitas radicais.
O parlamento aprovou na generalidade o projeto de lei do PS. Nas votações deste projeto, PSD e CDS-PP votaram contra e a IL absteve-se.
Foram precisas quatro votações e um acordo inédito entre o PS e o PSD para que o candidato dos sociais-democratas à presidência da Assembleia da República conseguisse ser eleito.
Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro encontraram-se após três votações em que não foi possível chegar aos 116 votos necessários para escolher presidente da AR.