Supremo dá razão a Vieira e Novo Banco torna-se acionista de duas empresas que valem zero euros
Banco reclamava ao antigo presidente do Benfica 160 milhões de euros pelo financiamento da Inland e da Pomovalor II.
Banco reclamava ao antigo presidente do Benfica 160 milhões de euros pelo financiamento da Inland e da Pomovalor II.
Ação de execução do Novo Banco visa executar a Promovalor, Luís Filipe Vieira, a sua mulher, Vanda Ribeiro Vieira, e o sócio Manuel Almerindo Duarte e deu entrada no Juízo de Execução de Lisboa no sábado.
Vieira e Novo Banco discutem se entrega das ações da Promovalor será feita antes do final deste ano ou em setembro de 2023.
"Leões" têm até ao final do ano para pagar 16,18 milhões de euros em atraso dos VMOC. Caso as dívidas a Novo Banco e BCP não sejam saldadas, o Estádio de Alvalade e o Multidesportivo serão alvo de uma hipoteca que pode resultar numa penhora.
O prolongamento dos VMOC, da Promovalor, foi proposto pelo Novo Banco e aceite pelo Fundo de Resolução. A outra hipótese seria a conversão dos títulos, mas isso pesaria no capital do banco liderado por António Ramalho.
O Novo Banco já apresentou ao Fundo de Resolução os vários cenários possíveis para a conversão, ou não, dos títulos em capital da Promovalor. A decisão final, que tem de ser tomada até 31 de agosto, está agora nas mãos do fundo liderado por Máximo dos Santos.
Prazo para pagar 160 milhões de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC) termina no fim do mês.
António Ramalho disse aos deputados, na comissão de Orçamento e Finanças, que a auditoria à reestruturação de dívida de Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, ainda está em curso.
As ações do Porto subiram quase 10% e as do Sporting desvalorizaram mais de 5%.
Frederico Varandas assinou aquilo que Bruno de Carvalho negociou com as instituições financeiras, pagando 40 milhões de euros de dívidas que se vinham acumulando desde 2016.
A SAD do Sporting anunciou que foram formalizadas as alterações aos contratos de financiamento entre o Grupo Sporting e os bancos Millennium bcp e Novo Banco, com um "perdão" de 94,5 milhões de euros.
O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho indicou estar disposto a comprar as acções detidas pela Holdimo na SAD dos "leões". O antigo líder do clube e da SAD acusa Álvaro Sobrinho e José Maria Ricciardi de estarem por trás de todas as candidaturas às eleições de Setembro no clube.
Antigo presidente do Sporting e a relação com a empresa
Candidato à presidência do Sporting em entrevista
Candidato à presidência do Sporting em entrevista