A reunião da direita radical europeia na Ericeira
Portugal acolhe a primeira academia da família europeia do Chega. Vêm eurodeputados de toda a Europa, alguns manchados por processos e pelo fascínio por regimes fascistas.
Portugal acolhe a primeira academia da família europeia do Chega. Vêm eurodeputados de toda a Europa, alguns manchados por processos e pelo fascínio por regimes fascistas.
Resultados eleitorais levaram o presidente francês a marcar eleições legislativas, mas na Alemanha, apesar da derrota, Scholz não mexe no calendário eleitoral. Negociações para a reeleição de Ursula von der Leyen devem começar em breve.
Ordem dos partidos mantém-se inalterada, mas extrema-direita e direita radical saem reforçados. Resultados já levaram a eleições antecipadas em França.
Em Portugal circulou nos últimos dias um vídeo falso que alegava que o Kremlin estava a mobilizar armamento nuclear e a posicioná-lo em locais para atacar o Ocidente.
A francesa trouxe a sua própria segurança e saltou o cocktail inicial. O português forçou o tom para agradar.
O partido de Ventura recebe este domingo um neerlandês que queria banir o Alcorão, um romeno que chama homossexuais de "aberração", um eslovaco com alegadas ligações à máfia e um assessor fantasma francês.
É o quinto congresso do Chega em quatro anos de existência. De volta aos estatutos de 2019, após chumbos do TC, Ventura vai afastar da direção quem já lhe fez frente. Nuno Afonso vai mais longe e sairá do partido.
Jürgen Conings anda em fuga há mais de duas semanas. É considerado armado e perigoso. Ameaçou de morte o virologista mais famoso do país, membros do Governo e as forças militares.
Por que razão países como a Tailândia, o Bangladesh, a Turquia, ou a Ucrânia devem adotar orientações democráticas quando os exemplos vindos dos EUA e da Europa são fracamente maus?
As sondagens à saída das urnas dão subida à extrema-direita e aos partidos ecologistas. Belgas votaram para as eleições europeias, legislativas e regionais.
Confrontos em Paris duram várias horas, com a polícia a utilizar gás lacrimogéneo e canhões de água
Os confrontos no centro de Paris duraram várias horas, com a polícia a utilizar gás lacrimogéneo e canhões de água, sendo que várias montras foram partidas e uma galeria comercial foi atacada.
A líder da Frente Nacional francesa apresentou hoje em Bruxelas o novo grupo parlamentar baptizado Europa das Nações e das Liberdades, constituído em torno do seu partido