Indiscretos: um bebé com (alegado) “portuguese blood”
E ainda a Chanel da ministra e o projeto Setenta e Quatro a ser engolido pelo capitalismo
E ainda a Chanel da ministra e o projeto Setenta e Quatro a ser engolido pelo capitalismo
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
Conheceram-se em 1994 numa festa e desde então que estão juntos. Mas Margarida Freitas lembra que "não há primeiras damas no nosso País” e que irá continuar com a sua vida normal.
Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão
Seguro conheceu a mulher na discoteca, Ventura no café perto da igreja e Marques Mendes na escola. Margarida, Dina e Sofia também podem chegar Belém.
No prefácio do livro, o Presidente da República escreve que "Maria Barroso foi uma excecional atriz de carreira cortada pela vida política e pela censura ditatorial".
Há corrida para Belém? Então, há chatices no largo do Rato (a não ser que o candidato esteja à procura da reeleição). Por causa das Presidenciais, suspendeu-se o pai fundador, criaram-se fações num sótão e estragaram-se belas amizades.
Cresceram politicamente no aparelho do PS em Setúbal, aproximaram-se de Costa por vias diferentes e agora estão os dois no Conselho de Ministros.
Podem falar de pão ou de medo para explicar porque escrevem. No X Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, organizado pela UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), em Santiago (Cabo Verde), também se falou das muitas línguas mãe e de uma sombra colonial que teima em não se dissipar.
Vítor Ramalho, candidato eleito pelo Chega nesta junta de freguesia do concelho de Moura, é suspeito de ter disparado contra uma família sueca.
Homem tinha sido eleito como independente nas listas do Chega. Está detido por suspeita de homicídio na forma tentada.
Depois desta entrevista, é impossível que as duas comissões de fiscalização das secretas – uma funciona junto do Ministério Público e outra é escolhida pelo Parlamento – digam que nada viram, que nada leram, que nada sabem
Câmara Municipal de Lisboa lançou campanha de solidariedade para com as vítimas do ciclone Idai em Moçambique, definindo 11 pontos de recolha de donativos em quartéis do concelho.
Um colégio, casas, terrenos, uma Fundação à procura de um futuro e depósitos bancários. Dois anos após a sua morte, a SÁBADO investigou toda a herança deixada pelo antigo Presidente da República.
Político e ativista brasileiro Jean Wyllys participou numa conferência na Universidade de Coimbra. PNR marcou protesto e duas centenas de manifestantes também.
Manifestantes protestaram: "Vocês não são portugueses" e "Portugal não é um albergue para criminosos".