Chega/Madeira diz ter garantia de que situação na câmara de São Vicente "não é motivo de alarme"
Presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, retirou os pelouros aos dois vereadores do partido.
Presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, retirou os pelouros aos dois vereadores do partido.
Em grupos internos do WhatsApp, o vereador do Chega em Lisboa defende a namorada exonerada por ser proprietária de imóveis que servem de habitação clandestina de imigrantes.
Helena Freitas e Fábio Costa recusaram o pedido do presidente da câmara para renunciarem e decidiram manter o mandato, mesmo sem pelouros.
O Chega é o partido com mais deputados a acumularem a função de vereador. “É legal, mas não é muito salubre do ponto de vista da qualidade das instituições”, diz João Paulo Batalha.
Maria Lencastre Portugal foi eleita vereadora pelo Chega e agora nomeada, pelo executivo de Ana Abrunhosa, gestora-executiva da Prodeso. Militantes do PS Coimbra falam de “mercantilização dos votos para garantir a maioria”.
Custou cerca de 76 milhões de euros e entrou em circulação a 28 de fevereiro deste ano. Economista crítica inoperância do transporte, o ex-presidente da câmara do Porto fala em "melhor dos dois mundos".
No total, Carlos Eduardo Reis conseguiu 2.840 votos e Paulo Cunha 2.603.
Vereador do Livre disse que as recentes tempestades, nomeadamente as depressões Kristin e Leonardo se inserem "numa tendência crescente" de fenómenos climáticos extremos, em que se incluem também as cheias de dezembro de 2022 na cidade de Lisboa.
Moção foi chumbada com 10 votos contra dos vereadores do PSD, CDS-PP, IL, Chega e vereadora independente.
Os socialistas referem que não podem "por coerência e responsabilidade, contribuir para um modelo de governação que normalize a presença de uma força política cujas posições são incompatíveis com os valores democráticos e humanistas.
Rui Rocha, vereador da Câmara de Braga, considera estar em causa a liberdade de expressão
O ataque informático ocorreu no mesmo dia em que a PJ efetuava buscas no âmbito de um inquérito que envolve um titular de cargo político.
O caso de Bruno Mascarenhas na Câmara Municipal de Lisboa tornou-se um manual prático de hipocrisia secular. O partido que denunciava nomeações por afinidade política e familiar descobriu que a afinidade, afinal, é uma competência altamente valorizada.
A proposta prevê que seja colocado no local um painel informativo que explique as razões do abate, entre outras informações.
Em pouco mais de quatro meses, o Chega perdeu nove vereadores municipais. Os últimos dois são da Madeira.