E se houver um tsunami em Lisboa? Capital testa sistema de aviso terça-feira
A cidade vai ser posta à prova num exercício chamado LisbonWave26. Será como se as águas invadissem de forma violenta as ruas da movimentada urbe
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Militante do Chega foi exonerada do cargo de vogal dos serviços sociais da Câmara de Lisboa após se saber que arrendava habitações alegadamente clandestinas a imigrantes.
André Mesquita alega usurpação de direitos de autor de uma peça encomendada pela câmara de Maria das Dores Meira. Fez queixa e foi aberto inquérito
A deputada apelou a Mascarenhas que se demita (e não que se torne independente) na sequência da notícia sobre a namorada arrendar casas clandestinas a imigrantes.
Presidente da autarquia, José Carlos Gonçalves, retirou os pelouros aos dois vereadores do partido.
Em grupos internos do WhatsApp, o vereador do Chega em Lisboa defende a namorada exonerada por ser proprietária de imóveis que servem de habitação clandestina de imigrantes.
Helena Freitas e Fábio Costa recusaram o pedido do presidente da câmara para renunciarem e decidiram manter o mandato, mesmo sem pelouros.
O Chega é o partido com mais deputados a acumularem a função de vereador. “É legal, mas não é muito salubre do ponto de vista da qualidade das instituições”, diz João Paulo Batalha.
Maria Lencastre Portugal foi eleita vereadora pelo Chega e agora nomeada, pelo executivo de Ana Abrunhosa, gestora-executiva da Prodeso. Militantes do PS Coimbra falam de “mercantilização dos votos para garantir a maioria”.
Custou cerca de 76 milhões de euros e entrou em circulação a 28 de fevereiro deste ano. Economista crítica inoperância do transporte, o ex-presidente da câmara do Porto fala em "melhor dos dois mundos".
No total, Carlos Eduardo Reis conseguiu 2.840 votos e Paulo Cunha 2.603.
Vereador do Livre disse que as recentes tempestades, nomeadamente as depressões Kristin e Leonardo se inserem "numa tendência crescente" de fenómenos climáticos extremos, em que se incluem também as cheias de dezembro de 2022 na cidade de Lisboa.
Moção foi chumbada com 10 votos contra dos vereadores do PSD, CDS-PP, IL, Chega e vereadora independente.
Os socialistas referem que não podem "por coerência e responsabilidade, contribuir para um modelo de governação que normalize a presença de uma força política cujas posições são incompatíveis com os valores democráticos e humanistas.
Rui Rocha, vereador da Câmara de Braga, considera estar em causa a liberdade de expressão