Devo processar ou não?
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
Estas medidas estão previstas na segunda fase do plano do presidente dos EUA, Donald Trump para pôr fim à guerra, desencadeada pelo ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.
Israel e Hamas trocam acusações de violação do acordo de cessar-fogo e entretanto continuam a morrer pessoas.
Mais de vinte líderes mundiais estão reunidos no Egito para apoiar o cessar-fogo alcançado em Gaza, encontrar uma forma de terminar a guerra e desenvolver uma visão de longo prazo para a reconstrução do enclave.
As conversações terão como prioridade “o estabelecimento de um cessar-fogo, a troca de prisioneiros e a entrega de ajuda humanitária”, disseram fontes oficiais turcas.
A reunião acabou com uma declaração que pede aos Estados que “tomem todas as medidas legais e eficazes possíveis para impedir que Israel continue com as suas ações contra o povo palestiniano”.
Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim al-Thani classificou o ataque aéreo a Doha como um ato de “terrorismo de Estado”.
Já o Qatar nega que os EUA tenham informado o país.
O Hamas anunciou na semana passada que uma delegação se encontrava no Cairo para discussões sobre um cessar-fogo em Gaza.
A Gulf Med Aviation, empresa a quem o Estado português concessionou serviços de helicópteros de emergência médica por 77 milhões de euros, esteve envolvido num escândalo de corrupção em Malta e tem ligações ao governo do Catar.
Emirado do Golfo Pérsico facilita relação com o Irão, investe milhões em instituições norte-americanas, especialmente no meio político e mediático. A troco de quê?
"O cessar-fogo permitirá aliviar o sofrimento das populações envolvidas", lê-se numa publicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros na rede social X.
Declarações de Josep Borrell surgem depois dos Estados Unidos, Egito e Qatar terem exigido que Israel e o Hamas fechem definitivamente um acordo de cessar-fogo em Gaza, numa reunião marcada para 15 de agosto.
As conversações deverão ser retomadas na próxima semana e seguem-se a uma tentativa no início de maio sem resultados.
Um plano para o fim dos combates na Faixa de Gaza e a libertação dos reféns vai ser proposto ao movimento islamita palestiniano Hamas, anunciou o primeiro-ministro do Qatar, após reuniões com responsáveis norte-americanos, israelitas e egípcios.
Negociadores creem que trégua poderá chegar em duas semanas. Secretário-geral da ONU pede que países não parem financiamento a agência cujos funcionários estão a ser investigados por ligações ao Hamas.