Portugal deverá enfrentar onda de calor por oito a 10 dias
Os distritos de Évora, Beja e Portalegre vão estar a partir de quarta-feira sob aviso laranja por causa do calor, que se estende na quinta-feira a outras regiões.
Os distritos de Évora, Beja e Portalegre vão estar a partir de quarta-feira sob aviso laranja por causa do calor, que se estende na quinta-feira a outras regiões.
A onda de calor continua hoje em França, com 58 dos 100 departamentos em alerta vermelho (o nível mais elevado) e 31 em alerta laranja (o nível seguinte).
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 16 graus (em Bragança, Viana do Castelo, Leiria e Setúbal) e os 23 (em Portalegre) e as máximas entre os 29 (em faro e Viana do Castelo) e os 38 (em Santarém e Évora).
Quanto às temperaturas mínimas, são esperadas noites tropicais, acima de 20 graus sobretudo no interior do país, Alentejo e Algarve.
Apesar do tempo seco no verão, Portugal teve condições mais húmidas do que a média Europeia, a braços com temperaturas muito altas, especialmente o centro e norte da Europa e o Mediterrâneo.
No ano passado todos os glaciares europeus perderam massa, especialmente na Islândia.
Na segunda-feira um homem que trabalhava na construção civil em Itália acabou por morrer depois de desmaiar enquanto trabalhava numa obra. Os internamentos em unidades de emergência hospitalares no país aumentaram nos últimos dias, maioritariamente devido a pacientes idosos que sofriam de desidratação.
Um aparelho que neste momento tem um preço de 650 euros, inclui um IVA de 36,79 euros. Com a taxa nos 23% passará a custar 754,25 euros, com o IVA a corresponder a 141,04 euros.
O relatório confirma que 2024 foi o primeiro ano em que a temperatura média global excedeu os níveis pré-industriais em 1,55°C, tornando-se o ano mais quente já registado nos últimos 175 anos.
O valor global atingido é equivalente a 1,60°C acima de uma estimativa da temperatura de 1850-1900 designada como o nível pré-industrial.
A Terra teve o ano mais quente já registado e os piores desastres relacionados com a água, como inundações repentinas, secas, ciclones tropicais e deslizamentos de terra, mataram mais de 8.700 pessoas, deslocaram 40 milhões e causaram prejuízos superiores a 534 milhões de euros.
Enquanto o mundo aguardava o embate de mais uma dantesca tempestade, senti-me impelida a revisitar o conjunto extraordinário de catástrofes naturais que se abateram sobre as mais diversas regiões do globo nos últimos meses.
A segunda maior cidade de Espanha atingiu na terça-feira os 40ºC. O último recorde havia sido estabelecido há 42 anos, quando o país registou os 39,8ºC.
Oradores internacionais e conferencistas participam na Conferência da Década do Oceano 2024, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, sob o lema "A ciência de que precisamos para o oceano que queremos".
Dezembro de 2023 foi o dezembro mais quente de sempre, revelam os dados tratados pelo Copernicus. 50% dos dias foram 1,5ºC mais quentes que os níveis pré-industriais.
Passou do jornalismo à realização de documentários, usando parapentes para filmar entre montanhas. Deixa o alerta: "Não podemos esperar poluir este planeta e, ao mesmo tempo, contar com ele para nos fornecer alimentos saudáveis, água potável e oxigénio limpo para respirar. É uma coisa ou outra."