O financiamento dos neonazis 1143
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
A origem do dinheiro do grupo de Mário Machado e o atraso das indemnizações da Igreja Católica estão entre as manchetes desta quarta-feira
E ainda a ordem no PSD para não se falar de Presidenciais, a dieta do deputado e os lanches de Carneiro
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
Retratou a sociedade portuguesa através de histórias de gente comum, dando impulso a papeis femininos que marcaram a história do cinema nacional. Morreu aos 68 anos.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
ir defender que não podemos chamar os bois pelos nomes para não assustar nem irritar uma parte dos seus concidadãos é pedir que nos façamos cegos, surdos e mudos perante uma ameaça real à democracia que todos os dias está mais próxima.
Tinha encerrado a carreira em setembro de 2024, ano em que editou o seu último álbum, "O Abraço da Guitarra", uma homenagem aos seus mestres.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
No Teatro São Luiz, em Lisboa, Joaquim Horta encena "John Gabriel Borkman", de Henrik Ibsen. Uma peça de 1896 com eco presente, sobre gente para quem os fins justificam os meios. Estreia 5.ª, 29.
Todos temos o nosso querido Céu e amado Inferno e, no fim, cada qual está com o seus.
Luís Vargas tem 48 anos e é designer. Assumidamente de esquerda, há mais de dez anos que faz vídeos e montagens que visam os políticos de direita. Luís Montenegro não gostou de um post e anunciou processo.
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".
O vencedor da primeira volta das Presidenciais não perdeu tempo - foi para a rua um dia depois da noite eleitoral. Quer unir os democratas (e para isso mantém a distância do PS)
A decisão será discutida na reunião extraordinária da Assembleia agendada para quarta-feira às 21h00.
Juntou família, amigos, vizinhos, ex-ministros do PS numa casa cheia e disse que aqui cabem "todos os democratas". Seguro passou à segunda volta em primeiro lugar (com 31,1% dos votos), tem o apoio declarado da esquerda e o adversário preferido - Ventura. Já fala sobre a tomada de posse.
O líder do Livre destacou que “o Presidente da República tem um papel muito relevante nessa matéria”.