Dia Mundial da Fertilidade e a entrevista ao líder dos tarefeiros
A newsletter de quinta-feira, dia 4 de junho
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Nuno Figueiredo e Sousa denuncia a falta de controlo do trabalho à hora no SNS, diz que proibir o trabalho à hora para médicos acabados de sair do SNS é inconstitucional e diz que “todos os dias” tem médicos a pedirem-lhe para paralisar as urgências.
A Ministra acha que resolve o problema impedindo de prestar serviços quem saiu do SNS nos últimos 2 anos de ser tarefeiro. A função fica então reservada a quem acumule o trabalho à hora com um horário completo e mais um número mínimo de horas extraordinárias.
A palavra mais pesquisada no dicionário online não tem relação direta com um acontecimento marcante.
O Ano em Palavras de 2025 oferece "uma visão plural do ano, cruzando política, diplomacia, cultura, arte, desporto, ciência, ambiente e temas sociais, compondo um retrato lexical, fotográfico e noticioso acessível".
"Apagão" superou "imigração" e "flotilha" entre as palavras mais votadas de 2025 e sucede a "liberdade" (2024, ano dos 50 anos do 25 de Abril), "professor" (2023), "guerra" (2022) e "vacina" (2021).
'Top' três das palavras mais votadas de 2025 inclui "imigração", com 22,2% dos votos, e "flotilha", com 8%.
Em apenas dois dias tinham mais de mil clínicos num grupo de Whatsapp, que desdobraram num mais pequeno - com dois representantes por hospital - para agilizar as decisões. São o novo protagonista na política de Saúde. Médico que lidera a nova associação já tinha tentado criar uma em 2017.
Esta manhã, trazemos-lhe um perfil do médico que lidera o novo movimento de clínicos tarefeiros e uma notícia relacionada com a segurança do centro comercial Colombo.
Nuno Figueiredo e Sousa, até aqui sem perfil público, preside à nova associação que tem poder para paralisar as urgências. "Dr. Lipito", a alcunha dada por amigos, é de Chaves e formou-se em Espanha. Faz "50 a 60 horas" por semana, diz à SÁBADO. Quer limitar os intermediários através dos quais os hospitais contratam tarefeiros.
O tarefeiro preenche um buraco, não constrói a casa. Tal como no SNS, a proliferação de tarefeiros políticos não surge do nada. É consequência de partidos envelhecidos, processos de decisão opacos, e de uma crescente desconfiança dos cidadãos.
Os profissionais dizem sentir-se “ostracizados” e “excluídos das decisões” e dizem estar preparados para defender, “sem receios nem hesitações”, a valorização dos tarefeiros.
O mandato de Ana Paula Martins pode estar no fim da linha. A ministra soma várias polémicas e muitos consideram que não tem condições para continuar.
Até ao final de novembro pode votar através do 'site' www.palavradoano.pt.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
Em causa está o projeto de lei que prevê a não-contratação, como prestadores de serviços externos, de médicos que tenham deixado o SNS ou de recém-especialistas que não tenham celebrado contrato com o Estado.