Escritor e jornalista José Viale Moutinho morre aos 81 anos
Nascido do Funchal, a 12 de junho de 1945, foi jornalista no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias.
Nascido do Funchal, a 12 de junho de 1945, foi jornalista no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias.
Margarida Balseiro Lopes deixou uma publicação nas redes sociais.
Ministro dos Negócios Estrangeiros reagiu à morte de Jorge Palma.
"Homem livre, de uma criatividade singular e de uma autenticidade rara", Jorge Palma "fez da música também uma forma de celebrar a liberdade", afirmou o secretário-geral do PS.
O anúncio é feito no dia em que passam 50 anos sobre a criação dos Trovante, em 4 de agosto de 1976, data que também marca o início da carreira profissional de Luís Represas. O músico morreu em 22 de julho, aos 69 anos.
Fundador e voz dos Trovante, cantou “Perdidamente”, “Timor” e “Feiticeira”, cruzou Portugal com Cuba e fez da música uma forma de intervenção. Morreu quarta-feira, aos 69 anos.
José Luís Tinoco nasceu em Leiria, em 27 de dezembro de 1932, o pai era reitor do liceu, diretor do Círculo de Cultura Musical e do Museu da Cidade; a mãe, Maria Carlota Tinoco, pianista, pedagoga, concertista.
Foi coordenador cenográfico do Teatro Aberto e cenografista principal da RTP durante 22 anos.
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
A escritora portuguesa, de 79 anos, tornou-se na 7.ª mulher a receber este galardão.
Já é conhecido o nome do novo diretor artístico do Teatro Nacional do Porto: o coreógrafo Victor Hugo Pontes foi o escolhido, em concurso internacional.
Eduardo Gageiro morreu esta madrugada, em Lisboa, aos 90 anos.
A Companhia Olga Roriz celebra 30 anos e vai remontar o espetáculo A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, de Peter Handke.
Escritora, jornalista e ativista, foi considerada pela BBC uma das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo. A feminista de pensamento revolucionário morreu nesta terça-feira. Era a última sobrevivente das ousadas "Três Marias".
Antigo agente de artistas como Slow J, Tomás Martins mudou de vida. Fundou uma marca porque os artistas não conhecem os seus direitos, e não há plano para se fazer ouvir a nossa música lá fora, relata.