Federação sindical defende que estudo sobre partos fora do hospital devia ser independente
Em causa estará a transparência e idoneidade dos resultados.
Em causa estará a transparência e idoneidade dos resultados.
Através da disponibilização permanente das vagas e da abertura integral das necessidades identificadas, o sindicato acredita que haveria “mais oportunidades de contratação e de fixação de médicos”.
FNAM diz que o Ministério da Saúde está a atrasar o concurso de colocação de especialistas, arriscando perdê-los para o estrangeiro.
O Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, considera que existem questões éticas e deontológicas a ter em conta no protesto dos médicos tarefeiros. A presidente da Federação Nacional dos Médicos, Joana Bordalo e Sá, atribui a "responsabilidade ética" ao Governo.
Será também criado um regime de exclusividade no Serviço Regional de Saúde.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
Apesar dos constrangimentos, a urgência de ortopedia funcionou "de forma regular", com cerca de 10 médicos da especialidade "a apresentarem-se prontamente ao serviço". Médicos legistas também vieram de Coimbra e Porto.
O caso do dermatologista do Santa Maria, que recebeu 715 mil euros em quatro anos, expôs o fosso entre alguns médicos de especialidades cirúrgicas e a maioria dos profissionais de saúde – incluindo da mal paga medicina interna, o pilar dos hospitais. Por entre a insatisfação, uma sociedade médica e um sindicato pedem mais controlo – e incentivos além das cirurgias.
O novo equipamento, que terá 6 mil metros quadrados, reforçará a resposta aos militares, disse Nuno Melo, destacando ainda a complementaridade entre a saúde militar e o SNS.
Dos 60 mil médicos do país, "só 31 mil é que estão no SNS e, destes, 10 mil são médicos internos, em formação", adianta a FNAM.
A dirigente da Federação Nacional dos Médicos acusa a ministra da Saúde de não ter negociado com a estrutura a revisão da carreira dos médicos. Ministério assinou acordo com outro sindicato, o SIM (Sindicato Independente dos Médicos).
O diretor do Serviço de Urgência já se tinha demitido em 2022, mas foi convencido a voltar. "Como é que se dirige um serviço que não tem gente?", questiona FNAM. Administração acabou por também abandonar funções.
"É um acordo faseado até 2027 e que permite a reposição do poder de compra e que visa fortalecer o Serviço Nacional de Saúde e garantir melhores condições de trabalho para os médicos", salientou dirigente sindical.
Saída de onze profissionais deve-se ao regresso de dois médicos que denunciaram más práticas no serviço.
Ana Paula Martins assegurou que o Governo está disponível "para ouvir, para construir e para negociar" tudo o que "for para beneficiar os cidadãos", frisando que esse é o seu foco.