Porque voto Seguro
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
Queixas avolumaram-se no ano passado e Comissão de Transparência não teve mãos a medir.
Já em Loures, no Hospital Beatriz Ângelo, os 22 utentes com pulseira amarela aguardavam 07:17 horas.
Segundo Álvaro Almeida, "há metade dos profissionais que fazem tolerância no dia 26 e outra metade no outro dia, e dessa forma asseguram alguma atividade normal, alguma atividade de consultas, cirurgias mais prioritárias, consultas agudas".
A ministra da Saúde já tinha estimado que mais de 1.200 de casos de pessoas com alta clínica mas sem resposta noutros locais.
Antigo primeiro-ministro José Sócrates é arguido.
Celebrou-se, meteu-se na gaveta, deu para festas associativas e discussões acesas. É a data fraturante que até vencedores e protagonistas preferem não comemorar. Só recordar.
Avelino Farinha, arguido num dos processos da Madeira, é um dos contemplados com financiamento para obras em Angola. Primeiro-ministro vai assinar contratos.
João Araújo, Pedro Dellile, Proença de Carvalho e Miguel Prata Roque foram todos representantes do antigo primeiro-ministro.
O mandato de Ana Paula Martins pode estar no fim da linha. A ministra soma várias polémicas e muitos consideram que não tem condições para continuar.
António Costa Peixoto garantiu que os montantes que recebeu foram referentes a apoio prestado em aspetos fiscais à atividade empresarial de Carlos Santos Silva.
A jornalista assumiu ter passado férias com o ex-primeiro-ministro e afirmou que como era convidada assumia que seria Sócrates a pagar.
Não há comunicação entre a cúpula do partido e a campanha de Seguro, que carrega na narrativa apartidária. Alegado pacto de Carneiro com Santos Silva pode explicar resistência.
À RTP, o pai da criança disse que apresentou queixa a várias entidades, porque o bebé terá caído de cabeça no momento da expulsão, enquanto a mãe fazia a admissão.
“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”