Avião com 90 toneladas de ajuda humanitária da UE às cheias chega este domingo a Maputo
Seguem equipamentos de saúde, abrigos, artigos de higiene, nutrição, educação e proteção.
Seguem equipamentos de saúde, abrigos, artigos de higiene, nutrição, educação e proteção.
Os fundos serão canalizados para a Organização Internacional para as Migrações (OIM) em Moçambique, para a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e para o Conselho de Refugiados da Noruega.
Cheias em Moçambique já causaram mais de 100 mortos e afetaram quase 680.000 pessoas.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
A contestação visava inicialmente o custo de vida, num país sujeito a sanções económicas, mas depois tornou-se num protesto político contra as autoridades de Teerão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Farian Sabahi, italo-iraniana especialista em história contemporânea, tem dúvidas sobre os resultados de "protestos que não têm um líder nem uma organização”.
Há ainda registos de centenas de feridos e mais de dois mil detidos
Uma taxa de inflação superior a 40%, com os alimentos a quase duplicarem o valor em menos de um ano levaram milhares a protestar nas ruas.
As manifestações começaram no domingo em Teerão, onde os comerciantes fecharam os seus negócios em protesto contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação económica e, de seguida, espalhou-se para as universidades e para o resto do país.
Sem apoio internacional urgente, a combinação de migrações em grande escala, vulnerabilidades persistentes nos países vizinhos e uma grave escassez de financiamento pode aprofundar ainda mais a crise humanitária no Afeganistão, alerta a ACNUR.
País cancelou o pacto de defesa com os Emirados Árabes Unidos.
Prevê crescimento do PIB de 5% e desaceleração da inflação anual para 10,1%.
China registou uma queda na taxa de natalidade. Como consequência, algumas mulheres dizem estar a receber chamadas do governo a questionar o seu ciclo menstrual e planos para uma eventual gravidez.
Conflito eclodiu no domingo e tem vindo a intensificar-se.
Presidente defende que aceitar este plano "seria um precedente gravíssimo".