Criminalidade juvenil e delitos no meio digital aumentam no 1.º semestre do ano
Entre os crimes mais frequentes continuam a figurar as ofensas à integridade física simples e as ameaças e coação.
Entre os crimes mais frequentes continuam a figurar as ofensas à integridade física simples e as ameaças e coação.
O relatório do Programa Escola Segura da PSP revela que a maioria dos crimes registados está relacionada com ofensas corporais, injúrias e ameaças.
Os deputados negam que esta seja uma tentativa de excluir alunos estrangeiros das escolas públicas, afirmando que "a diferenciação proposta não assenta numa oposição indiferenciada entre nacionais e estrangeiros, alicerçando-se, diversamente, na cidadania portuguesa ou europeia".
De acordo com a PJ, a "maior parte das situações" é comunicada pelas escolas e, por norma, "são referentes à criação destes conteúdos por outros adolescentes, na faixa etária dos 12 aos 16 anos".
António José Seguro dirigiu-se aos militares valorizando a forma como garantem a segurança nacional.
No ano letivo passado foram contabilizados mais de 2 mil crimes dentro do recinto escolar.
A PSP identificou ainda 130 situações de 'bullying' e 21 de 'cyberbullying'.
Durante duas semanas serão intensificadas "as ações de sensibilização", realizadas através da Escola Segura, "sobre as temáticas do 'bullying' e 'cyberbullying' junto da comunidade escolar".
No último ano letivo, as esquipas do Programa Escola Segura realizaram um total de 31.640 ações de sensibilização.
Como se organiza a segurança interna em Portugal, quem são os seus principais intervenientes, que funções desempenham, e que desafios se colocam à sua eficácia no século XXI?
A operação "Viagem de Finalistas", vai decorrer até dia 21 de março com ações de sensibilização destinadas a alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.
Um miúdo foi agredido com violência por um colega numa escola da Moita, em Almada. Os pais apontam para a falta de assistentes operacionais e professores de educação especial; os especialistas pedem tolerância zero.
O Governo tem uma ministra que não sabe o que fazer e um primeiro-ministro às aranhas com o tema, respondendo a um mero impulso político primário de “marcar” Ventura e o Chega. Não tem, portanto, uma política de segurança sólida, credível e eficaz.
Não há dúvidas que o documento merece um aplauso pelo esforço compilatório, e que os pontos que identifica são, em grande medida cruciais para a resposta securitária que queremos dar.
Polícia diz que falta de elementos e aumento das competências atribuídas à PSP deteriorou a capacidade de fazer patrulhamento junto da comunidade.
Nas mais de 2.900 ocorrências criminais registadas pelas equipas da Escola Segura, 134 estão relacionadas com situações de bullying e 30 com casos de cyberbullying.