Presidente do Louvre apresenta a demissão
Demissão surge um dia depois de uma nova falha de segurança, quando um grupo de ativistas colocou numa parede do museu uma fotografia do ex- príncipe André.
Demissão surge um dia depois de uma nova falha de segurança, quando um grupo de ativistas colocou numa parede do museu uma fotografia do ex- príncipe André.
Tudo aconteceu à margem de uma conferência da eurodeputada Rima Hassan, do partido de esquerda radical francês LFI.
O presidente Emmanuel Macron é um dos opositores ao acordo comercial UE/Mercosul, mas este deve ser assinado no sábado no Paraguai.
A previsão é a de que neste primeiro ano, no verão, se incorporem cerca de 3.000 pessoas, tendo em vista um total de 10.000 em 2030 e de 42.500 em 2035.
Com a aprovação de um orçamento até ao final do ano já fora de cena, Lecornu terá de governar em duodécimos durante o próximo ano — uma medida que irá limitar a capacidade do primeiro-ministro de equilibrar as contas públicas francesas.
Ex-presidente francês lançou um livro onde conta como foram os seus dias atrás das grades. Revelou que recusava fazer a caminhada de uma hora pelo pátio, que mais parecia uma "jaula", e que fazer passadeira na sala de desporto era o seu "oásis".
Macron anunciou o reavivamento de um novo serviço híbrido para o recrutamento de civis para as forças armada.
O Presidente francês decidiu, na sexta-feira passada, renomear Sébastien Lecornu como primeiro-ministro, numa altura em que a instabilidade política tem criado preocupações.
Sébastien Lecornu afirma querer "concentrar as discussões" em dois pontos: a aprovação do orçamento e "o futuro da Nova Caledónia".
Sébastian Lecornu, 39 anos, apresentou hoje a demissão ao Presidente Emmanuel Macron, que a aceitou, um dia antes de apresentar a declaração de política geral do executivo na Assembleia Nacional.
O primeiro-ministro Sébastien Lecornu abandonou o cargo menos de um mês após tomar posse.
"O CDS-PP é favorável, desde sempre, à solução dos dois Estados, mas considera que, no presente momento do conflito, a efetivação do reconhecimento não é oportuna, nem consequente", lê-se em comunicado.
A população saiu à rua em França para protestar contra o governo do presidente Emmanuel Macron. O jornalista da AP Thomas Adamson explica o que está em causa.
Presidente terá de nomear novo primeiro-ministro ou dissolver o parlamento.
Bayrou admitiu reunir os partidos numa tentativa de evitar uma potencial queda do executivo devido à votação da moção de confiança.
No caso de queda do governo, o presidente Emmanuel Macron poderá nomear um novo primeiro-ministro.