Rui Pinto garante que Infantino já sabia das irregularidades do Man. City desde 2014: "É um cancro no futebol"
Hacker arrasa o presidente da FIFA numa publicação no X.
Hacker arrasa o presidente da FIFA numa publicação no X.
Laura McAllister diz que "é fundamental reformar a gestão do futebol em nível global", para evitar situações como a que aconteceu após o Mundial2026, com a proposta de Infantino, pedindo "maior responsabilização" e mais transparência.
"O mundo do futebol e as suas organizações de governo, que deviam garantir um conjunto muito alargado de preocupações, não apenas a maximização de receitas, cada vez são mais alimentadas por essa prioridade", lamentou Poiares Maduro.
A decisão foi tomada por unanimidade e surge no seguimento da forte contestação ao plano de Infantino - entretanto retirado - que permitiria a investidores privados até 20% nas suas competições.
O corpo que gere o futebol europeu entrou com uma ação judicial em Nova Iorque, procurando intimações para recolher informação sobre o plano da FIFA para privatizar o Campeonato do Mundo de futebol.
De momento, Infantino, presidente da FIFA desde 2016, é o único candidato e a data limite para apresentação de candidaturas está marcada para 18 novembro. A eleição está marcada para março de 2027, em Marrocos.
Durante o Mundial 2026, Trump pediu a Gianni Infantino, com sucesso a suspensão de um cartão vermelho atribuído a um jogador da seleção norte-americana, que permitiu a Folarin Balogun defrontar a Bélgica, nos oitavos-de-final do torneio.
Os três organismos que representam a Europa (UEFA), América Central, Norte e Caraíbas (CONCACAF) e Ásia (AFC) voltaram a criticar Gianni Infantino e aquilo que consideram uma política autocentrada.
Na sexta-feira à noite foi noticiado que, enquanto Gianni Infantino era secretário-feral da UEFA, uma mulher recebeu uma quantia de seis dígitos depois de o suposto relacionamento ter terminado.
A presidente da NFF, conhecida crítica de Infantino, considera que o ítalo-suíço "não possui a confiança institucional necessária para liderar a FIFA de forma estável no período atual", sublinhando que "não há retorno" para o presidente.
Pedro Proença rejeitou a "proposta de transferência de participações de propriedade no Campeonato do Mundo e noutras competições da FIFA para investidores privados".
Infantino manifestou o seu total apoio ao secretário-geral e à administração da FIFA pelo "trabalho essencial e excecional que têm vindo a desenvolver na concretização da sua visão".
Tentou uma privatização do mundial, aproximou-se de Trump e alienou antigos aliados. Agora tenta reunir apoio à sua recandidatura.
Mais um dia, mais um pequeno capítulo de polémica a envolver o presidente da FIFA.
Venda de participações comerciais do Mundial a investidores privados caiu por terra após críticas de vários organismos, incluindo a UEFA.
A instância máxima do futebol europeu mantém as críticas mesmo após Infantino ter desistido de abrir as competições de futebol a grandes investidores privados. E acusa o presidente da FIFA de ter falhado em todas as promessas feitas.