Romances, I.A. e o Hamas: 12 livros para ler em 2026
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
E ainda o secretário de Estado que tem novo romance, o presidente de junta que foi para a EGEAC e o estado a que o Estado chegou
"Apagão" superou "imigração" e "flotilha" entre as palavras mais votadas de 2025 e sucede a "liberdade" (2024, ano dos 50 anos do 25 de Abril), "professor" (2023), "guerra" (2022) e "vacina" (2021).
'Top' três das palavras mais votadas de 2025 inclui "imigração", com 22,2% dos votos, e "flotilha", com 8%.
Para Gouveia e Melo, "ninguém pode dizer que só quer uma data ou que acha que uma data é mais importante do que a outra".
Na próxima quarta-feira, dia 19, chega ao streaming uma produção internacional que adapta o romance “O Filho de Mil Homens”, do escritor português.
Num livro, Gouveia e Melo disse que só decidiu avançar para Belém quando leu uma notícia no Expresso de que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia travar a sua candidatura presidencial através da sua recondução como chefe da Armada. Candidato diz que é falso.
O almirante revelou que só decidiu avançar para Belém quando leu uma notícia de que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia travar a sua candidatura através da recondução como chefe da Armada.
"Deduzi que o que pretendiam era que eu ficasse amarrado à Marinha", afirmou o candidato.
Até ao final de novembro pode votar através do 'site' www.palavradoano.pt.
Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.
O livro de Cercas, "O Louco de Deus no Fim do Mundo" é a procura da justificação da ressurreição plena dos corpos entre os crentes católicos, mas assenta num equívoco.
Depois do verão, as editoras regressaram em força ao trabalho. De Javier Cercas a Arundhati Roy, de Ian McEwan a Beatrice Salvioni, há novidades literárias a chegar.
Lançados nas últimas semanas, estes títulos parecem escritos para serem lidos em agosto
Da ficção à não ficção, entre autores nacionais e internacionais, as editoras apostam forte num mês que para muitos é de férias (e leituras na praia).
Em destaque, concertos gratuitos em Belém (Lisboa) e Ílhavo, teatro em Guimarães, conversas sobre livros, dança com Peggy Gou em Braga e a gastronomia da Madeira e do Alentejo.