Mercadejar com o cargo
Luís Montenegro não deu as explicações necessárias e arrisca-se a ser investigado pela prática do crime de recebimento indevido de vantagem.
Luís Montenegro não deu as explicações necessárias e arrisca-se a ser investigado pela prática do crime de recebimento indevido de vantagem.
Chama-se Rui Valente, é chefe de divisão na câmara de Lisboa numa posição fulcral e foi acusado de quatro crimes (dois de corrupção). Executivo diz que se mantém em funções e está a avaliar a situação.
Uma semana depois da saída da acusação do Ministério Público, eles não estão dispostos (para já) a renunciar.
André Ventura disse que a proposta do seu partido é que o parlamento possa, "com uma votação de dois terços", decidir pela "suspensão ou cancelamento do mandato" de um titular de cargo político.
O líder do Chega respondeu que nos Açores existe um regime diferente do continental e assinalou que "o deputado envolvido assumiu o seu erro e assumiu a sua culpa".
Ministério Público acredita que o agora vereador da Câmara Municipal de Lisboa recebeu "vantagens patrimoniais" a que sabia não ter direito. É pedida a perda de mandato em caso de condenação.
O ex-deputado do Chega, agora não-inscrito, já soma duas faltas injustificadas, de acordo com dados da Assembleia da República. Se continuar, pode perder mandato.
O NOW sabe que ainda não foi entregue qualquer justificação para a ausência do deputado.
O líder do PS quer acordos para “valorizar” as carreiras dos professores, dos profissionais de saúde e das forças de segurança. Mas só nos próximos 60 dias, de preferência num orçamento rectificativo. Findo esse prazo, a nossa Cinderela transforma-se em abóbora e já não consegue assinar acordo nenhum.
Há suspeitas do crime de prevaricação, que pode dar pena de prisão e perda de mandato ao presidente da Câmara socialista. Veja o Investigação SÁBADO na íntegra.
Um cidadão vende um terreno à câmara: o cidadão dono do terreno e o cidadão que preside à câmara são o mesmo. E um ditador quer invadir o vizinho: diz que o país do outro é dele.
O caso deu origem a uma queixa na PJ. Há suspeitas do crime de prevaricação, que pode dar pena de prisão e perda de mandato.
Eduardo Vítor Rodrigues, que foi hoje condenado a perda de mandato e a uma multa por um crime de peculato de uso, adiantou que vai recorrer da decisão que considera injusta.
Em causa está o uso pessoal de um veículo elétrico do municipio.
O autarca, que vai falar na Fundação Marquês de Pombal, já cumpriu pena por fraude fiscal e branqueamento de capitais e está acusado pelo Ministério Público de prevariação de cargo político.
Autarca do Porto aprovou o projeto da Via Nun'Álvares, prevista há 100 anos. Em 2017, quando era apenas munícipe participou na discussão pública e admitia que obra o afetava. Agora pode arriscar a perda de mandato.