EpT desconhece quantos políticos e titulares de cargos públicos têm de declarar rendimentos
Numa resposta enviada a um requerimento do Bloco de Esquerda.
Numa resposta enviada a um requerimento do Bloco de Esquerda.
O tribunal decidiu também absolver o antigo vice-presidente Patrocínio Azevedo, que estava acusado de peculato e falsificação de documentos.
E ainda os €589 mil euros que o governo gastou na nova sede em mobiliário
Os titulares de cargos com obrigações declarativas devem comunicar à entidade responsável pela fiscalização "a data do início e da cessação das correspondentes funções", adiantou a Entidade da Transparência.
Pelo menos para já, e que se saiba. Quando era autarca em Cascais, o atual ministro teve 545 refeições “de trabalho” com jornalistas e políticos pagas pela câmara, mas a investigação só foi em Oeiras e a Isaltino Morais
O presidente da Câmara e outros 22 arguidos foram acusados de peculato e abuso de poder por gastos de 150 mil euros em refeições pagas pelo município.
Presidente da Câmara de Oeiras é acusado, juntamente com outros 22 arguidos, de gastar 150 mil euros em refeições. Isaltino Morais defende que não há "fundamento nenhum" para esta acusação e aponta que "há coisas mal explicadas".
O procurador do MP defende a perda de mandato dos autarcas visados, pedindo também que Isaltino Morais devolva 70 mil euros, individualmente, e mais 79 mil euros, solidariamente, em conjunto com os restantes arguidos.
O social-democrata Fernando Ferreira Marques confirmou em comunicado que fez um ajuste direto a sociedade de advogados detida pela vogal secretária do seu próprio executivo, tal como noticiado pela SÁBADO na quarta-feira.
Candidatura de Nuno Piteira Lopes garante à SÁBADO que pediu esclarecimentos. Contudo, PS exige justificações, a coligação Livre/BE/PAN pede transparência, os liberais ética e o independente Jonet uma reflexão sobre "o voto de pobreza" dos políticos.
Presidente de freguesia do concelho de Cascais, que lidera executivo PSD/CDS, fez ajuste direto de 24 mil euros com sociedade de advogados da sua vogal secretária.
Luís Montenegro não deu as explicações necessárias e arrisca-se a ser investigado pela prática do crime de recebimento indevido de vantagem.
Chama-se Rui Valente, é chefe de divisão na câmara de Lisboa numa posição fulcral e foi acusado de quatro crimes (dois de corrupção). Executivo diz que se mantém em funções e está a avaliar a situação.
Uma semana depois da saída da acusação do Ministério Público, eles não estão dispostos (para já) a renunciar.
André Ventura disse que a proposta do seu partido é que o parlamento possa, "com uma votação de dois terços", decidir pela "suspensão ou cancelamento do mandato" de um titular de cargo político.
O líder do Chega respondeu que nos Açores existe um regime diferente do continental e assinalou que "o deputado envolvido assumiu o seu erro e assumiu a sua culpa".