Segurança Social: não quando, mas o quê
O país não pode ficar satisfeito com debater se este é o momento para reformar o nosso sistema de pensões. Devemos mesmo debater quais os seus verdadeiros desafios e que soluções podem estar à altura.
O país não pode ficar satisfeito com debater se este é o momento para reformar o nosso sistema de pensões. Devemos mesmo debater quais os seus verdadeiros desafios e que soluções podem estar à altura.
Presidente da República lembrou que eventuais alterações às leis relativa aos sistemas de pensões competem ao Parlamento ou ao Governo.
Um novo relatório sobre a Segurança Social sugere que os portugueses devem depender menos da pensão pública e ter mecanismos de preparação para a reforma, desde uma idade bastante jovem.
Líder do Chega afirmou na rentrée do partido que o estudo divulgado na terça-feira foi pedido porque defendeu a descida da idade da reforma.
Conclusão consta do relatório "Reformar as Pensões em Portugal - Por um Sistema Sustentável, Adequado e Justo - um Contrato entre Gerações", apresentado na terça-feira pelo grupo de trabalho criado pelo Governo para "propor medidas tendentes à reforma da Segurança Social".
Este sistema seria construído em três fases: a fase da inscrição, a fase da acumulação de poupança e a fase de desacumulação.
O retrato distorcido sobre o colapso das pensões futuras tira o foco de onde estão as ameaças reais para as reformas das gerações mais novas.
"No dia em que, por absurdo, tivesse de cortar pensões, demitir-me-ia. Reassumo aqui e agora este compromisso de honra", afirmou.
O líder do PSD e primeiro-ministro discursou no encerramento do congresso do partido, em Anadia.
Ministro classificou Luís Montenegro como "um homem íntegro, um homem de fibra".
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.
Em abril o Partido Popular já tinha denunciado a utilização indevida de fundos provenientes da União Europeia para financiar despesas da Segurança Social.
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
O Grupo Parlamentar quer que esta proposta abranja todos os pensionistas e refere que, "ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura".
Maria Luís Albuquerque, a comissária portuguesa responsável pelos Serviços Financeiros da União da Poupança, diz que depender apenas do Estado para garantir pensões é um risco crescente.
Protesto vai exigir o aumento de salários e pensões e visa ainda o pacote laboral apresentado pelo Governo.