5 passos para ter mais dinheiro na reforma
O plano para uma boa saúde financeira depois dos 65 não deve depender só da pensão pública. Perceba como pode criar um complemento que garanta desafogo.
O plano para uma boa saúde financeira depois dos 65 não deve depender só da pensão pública. Perceba como pode criar um complemento que garanta desafogo.
Reduzir as verbas para exames, medicamentos, pacemakers e transporte de doentes: as ideias do ministério de Ana Paula Martins perante o maior corte desde a troika.
Urgências fechadas, grupos de WhatsApp para combinar inflação de preços, bases de dados suspeitas: como uma manobra orçamental de Sócrates viciou o SNS em prestadores e criou um negócio milionário para as multinacionais de recrutamento. Só este ano, até agosto, foram pagos €230 milhões. Uma única empresa já faturou €56 milhões, desde 2009.
O que deve fazer primeiro: pagar o crédito da casa o mais depressa possível ou juntar para a reforma? Quanto tem de juntar para chegar a um suplemento de 200 mil euros? Onde não deve investir – mesmo que lhe digam que é bom – e onde vale a pena assumir riscos? Este guia tem respostas para estas perguntas – e para desenhar um plano adaptado à sua idade e aos seus objetivos.
Especialistas apontam que não basta aumentar salários, ou o setor público correrá sempre atrás do privado. Reformas antecipadas? Só daqui a dez anos. PPP na saúde? Sim, sob controlo apertado.
No meio da crise no SNS são cada vez mais as pessoas empurradas para o privado. Os grandes grupos competem com o público até nos tratamentos mais complexos e têm cada vez mais médicos em exclusividade. Mais escolha tem um preço: os portugueses são dos que mais pagam do seu bolso em saúde.
Cerca de 29% da despesa em saúde foi financiada diretamente pelas famílias portuguesas no momento da prestação de cuidados de saúde, revela um estudo dos investigadores Eduardo Costa e Pedro Pita Barros.
O efeito sobre as famílias com menores rendimentos "não é surpresa que exista, mas foi até certo ponto surpresa a magnitude do efeito, ser tão forte", aponta autor de estudo sobre acesso aos cuidados de saúde.
Para sábado estão agendadas marchas em Lisboa, Porto e Coimbra contra a "degradação do SNS", convocadas por vários sindicatos e com a participação de movimentos de utentes, uma iniciativa para reivindicar um "investimento sério" neste serviço público.
Um estudo feito aos médicos, enfermeiros e farmacêuticos portugueses revela que, tal como na Eurpa, as más condições laboriais e salariais, o cansaço e o stresse estão a gerar uma enorme crise e a pôr em causa a qualidade dos cuidados de saúde.
Até 2030, esperam-se 5 mil aposentações, alerta relatório sobre recursos humanos da saúde.
Pedro Pita Barros refere que "não existem dados desagregados sobre serviços, uma vez que a Conta Satélite da Saúde dá a visão macro do sistema de saúde". Desta forma, não é possível saber que tipo de serviços são menos comparticipados.
Organização, trabalho em rede, software de gestão... e distância do Ministério: são esses os fatores apontados para o sucesso do Porto. A receita de Araújo será exportável?
Proposta foi feita na discussão pública sobre o Estatuto do SNS, que agora termina. Investigadores propuseram fim das ARS. E há mais ideias para pôr fim à "cebola burocrática".
Há 28 anos que o SNS, violando a lei, paga comparticipações de medicamentos que deviam ser suportados pelos seguros. Uma jurista do Centro Hospitalar de Lisboa Central avançou com um processo para corrigir situação, mas caso está parado.
A Comissão Europeia diz que governos não devem tornar as aplicações de rastreio obrigatórias, mas que as pessoas devem aderir a elas voluntariamente.