Sócrates apresenta queixa da justiça portuguesa à ONU
Principal arguido da Operação Marquês acusou o tribunal de "violência" e criticou o prazo de 10 dias que lhe foi dado para arranjar uma defesa.
Principal arguido da Operação Marquês acusou o tribunal de "violência" e criticou o prazo de 10 dias que lhe foi dado para arranjar uma defesa.
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
O antigo primeiro-ministro já teve cinco representantes oficiais na Operação Marquês. Processo continua a arrastar-se no tempo.
Em 3 de janeiro de 2026, José Preto comunicou ao tribunal que se encontra internado.
Legitimada a sua culpa, estará Sócrates tranquilo para, se for preciso, fugir do país e instalar-se num Emirado (onde poderá ser vizinho de Isabel dos Santos, outra injustiçada foragida) ou no Brasil, onde o amigo Lula é sensível a teses de cabalas judiciais.
Em entrevista, o antigo primeiro-ministro deixou ainda críticas à juíza Susana Seca e explica a escolha do antigo advogado de Bruno de Carvalho para o representar.
José Preto pediu um prazo de cinco meses e meio para conhecer e consultar o megaprocesso da Operação Marquês. Terá direito a dez dias.
José Preto passa agora a assegurar a defesa do antigo primeiro-ministro.
Antigo primeiro-ministro afirma que a prescrição de crimes não foram discutidos no julgamento em curso.
As sessões devem retomar quando Sócrates arranjar um advogado. Tem até dia 4 de dezembro para o fazer.
Antigo primeiro-ministro, principal arguido no processo Operação Marquês, lembra que tem 20 dias para escolher um novo representante.
Pedro Delille renunciou representar Sócrates num "julgamento a brincar". É uma decisão finita ou apenas forma de atrasar o julgamento?
"Não me vou pronunciar sobre a decisão da juíza. É importante que o processo ande e o juiz deve ter autonomia de conduzir o seu processo. Não acho que tenha sido um passo que tenha corrido mal", afirmou Rita Júdice.
José Ramos foi nomeado para defender o antigo primeiro-ministro no julgamento da Operação Marquês depois da renúncia de Pedro Delille
Os nomes portugueses que enriqueceram à custa do tráfico de escravos e construíram parte do país. O debate sobre a extinção do Chega, e o que 1975 nos deu em cinema, 50 anos depois.