Caso de alegada corrupção na Madeira com equipa da PJ em dedicação exclusiva
Processo levou à queda do Governo Regional, em 2024.
Processo levou à queda do Governo Regional, em 2024.
Pedro Calado e os empresários Custodio Correia e Avelino Farinha ficam apenas sujeitos a Termo de Identidade e Residência. Juízes criticaram decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que impôs restrições à liberdade de circulação.
Pedro Calado e os empresários Custodio Correia e Avelino Farinha ficam apenas sujeitos a Termo de Identidade e Residência. Juízes criticaram decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que impôs restrições à liberdade de circulação.
E ainda a meia dúzia de gatos pingados, a ajudinha aos candidatos e les beaux esprits se rencontrent (na Madeira)
Avelino Farinha, arguido num dos processos da Madeira, é um dos contemplados com financiamento para obras em Angola. Primeiro-ministro vai assinar contratos.
O pedido deve surgir até ao final do ano, no âmbito da Operação Ab Initio, e estender-se a outros processos.
Manuel Gonçalves, coordenador distrital, tem um historial complicado.
O ex-autarca viu o Tribunal da Relação exigir a entrega do passaporte e repor as suspeitas e garantiu há dias que não teria cargos partidários. Afinal, Albuquerque anunciou-o em público coordenador da campanha no Funchal. O próprio diz que "nada disso", foi só “uma simpatia” do líder.
Tribunal da Relação repõe "fortes indícios de corrupção", desfaz a argumentação benévola do juiz de instrução e coloca o ex-autarca do Funchal em xeque. A transferência pessoal de 7.500 euros de Calado para Miguel Albuquerque continua por explicar e há notas falsas encontradas no cofre de um empresário da noite.
Em causa está uma megaoperação na Madeira, por suspeitas de corrupção, branqueamento e prevaricação.
Faz 'coaching' a título pessoal a uma ministra, presta apoio a escolhas para o gabinete de outra, vai em visitas aos bastidores do poder “para ir ver amigos”. O Governo e Cunha Vaz, uma das principais figuras no mercado das agências de comunicação, estão numa relação - informal.
Cristina Pedra, presidente da câmara do Funchal é a segunda política mais rica do país. Declara quase quatro mi lhões de euros provenientes, explica, de “atividade profissional e empresarial”.
"Os casos judiciais não são 'guerras' entre sujeitos processuais nem se decidem nas páginas dos jornais ou nos programas de televisão e rádio", defende ASJP em comunicado.
O Ministério Público e a PJ mantém a convicção de que é necessário os arguidos ficarem em prisão preventiva. Em comunicado, a PGR ataca o juiz de instrução.