O caso do assédio sexual no gabinete do ministro da Agricultura
SÁBADO pediu acesso ao inquérito interno, que acabou arquivado.
SÁBADO pediu acesso ao inquérito interno, que acabou arquivado.
Pelo menos para já, e que se saiba. Quando era autarca em Cascais, o atual ministro teve 545 refeições “de trabalho” com jornalistas e políticos pagas pela câmara, mas a investigação só foi em Oeiras e a Isaltino Morais
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, esteve no NOW esta sexta-feira e falou sobre a acusação do Ministério Público de gastar 150 mil euros do município em refeições. Acusou o magistrado de "incompetência" e diz mesmo que inventou "uma história falsa". Outros 22 arguidos foram acusados de peculato e abuso de poder pelo mesmo motivo.
Factos remontam ao mandato 2021-2024, tendo como base o alegado uso pessoal de viaturas da autarquia.
O presidente da Câmara e outros 22 arguidos foram acusados de peculato e abuso de poder por gastos de 150 mil euros em refeições pagas pelo município.
Presidente da Câmara de Oeiras é acusado, juntamente com outros 22 arguidos, de gastar 150 mil euros em refeições. Isaltino Morais defende que não há "fundamento nenhum" para esta acusação e aponta que "há coisas mal explicadas".
O MP acusou Isaltino e outros 22 responsáveis municipais por crimes de peculato e abuso de poderes por gastos de mais de 150 mil euros em mais de 1.400 refeições pagas pelo município, entre 2017 e 2024.
O procurador do MP defende a perda de mandato dos autarcas visados, pedindo também que Isaltino Morais devolva 70 mil euros, individualmente, e mais 79 mil euros, solidariamente, em conjunto com os restantes arguidos.
Ex-PGR mandou reabrir investigação por duas vezes, mas MP concluiu sempre o mesmo: o juiz Vaz das Neves não cometeu crimes.
O FBI nunca apresentou acusações relacionadas às declarações feitas nas quatro entrevistas apagadas dos arquivos.
O Partido Popular (PP) acusa o ministro da Administração Interna (MAI), Fernando Grande-Marlaska, de encobrir o caso.
Tribunal de Santarém deu como provado que Pedro Carreira retirou dinheiro da conta bancária da Junta para pagar dívidas pessoais e da empresa Estrela da Beira sem qualquer justificação.
Em causa estão averiguações preventivas como aquelas de que foram alvo, em 2025, Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos.
PJ explicou que as suspeitas estão relacionadas com o desvio de dinheiro desta associação de bombeiros para as "contas bancárias de um conjunto restrito de elementos daquela corporação".
Em causa desvio de dinheiro e uso indevido de carros.
Isabel dos Santos tem quatro filhos, nascidos do seu casamento com o colecionador de arte Sindika Dokolo.