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A PJ deteve cinco pessoas numa operação contra o tráfico de substâncias proibidas, tendo feito buscas no HFAR, na prisão da Carregueira e em vários domicílios.
As forças armadas informaram esta sexta-feira que o militar detido pela Polícia Judiciária no Hospital das Forças Armadas (HFAR), na quinta-feira, é suspeito de ter cometido "crimes do foro civil".
Prisão da Carregueira, em Lisboa.Bruno Colaço/Correio da Manhã
A PJ deteve cinco pessoas numa operação contra o tráfico de substâncias proibidas, tendo feito buscas no HFAR, na prisão da Carregueira e em vários domicílios, por suspeitas de tráfico, branqueamento de capitais e peculato.
Segundo o Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA), o crime sob investigação "é de natureza exclusivamente civil", não estando relacionado com o exercício de funções militares pelo detido, nem com o funcionamento ou a atividade do hospital militar.
Em comunicado, é sublinhado que a situação não causou "qualquer prejuízo para as Forças Armadas" e que tanto a estrutura do EMGFA como o hospital "colaboraram, desde o primeiro momento, de forma plena e diligente" com as entidades competentes.
Segundo uma nota da PJ, em causa na operação 'Oeste' "está a comercialização de substâncias anabolizantes e de fármacos sujeitos a receita médica e a dissimulação dos lucros dessa atividade ilícita.
A polícia fez mais quatro detenções em flagrante delito (três homens e uma mulher), pela posse de substâncias proibidas".
A operação policial levou à apreensão de centenas de embalagens de substâncias proibidas, cerca de 10 mil euros em dinheiro, 11 viaturas, para além de terem sido recolhidos "importantes elementos de prova", que seguem para análise.
O inquérito está no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Loures.
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