Continua debandada de vereadores no Chega: partido deixa de ter representação no Funchal
Em pouco mais de quatro meses, o Chega perdeu nove vereadores municipais. Os últimos dois são da Madeira.
Em pouco mais de quatro meses, o Chega perdeu nove vereadores municipais. Os últimos dois são da Madeira.
Ana Simões Silva anunciou em 19 de janeiro ter decidido desfiliar-se do Chega, passando a assumir o mandato como independente.
Triunfo esmagador na segunda volta das Presidenciais mereceu destaque lá fora.
Trabalham na área da saúde e têm percursos e contextos familiares muito distintos
Autarca criticou também a "enorme confusão" na resposta às zonas afetadas pela depressão Kristin.
Mayza Cosentino defendeu um dos arguidos da Operação Zelador, detido pelo ataque à casa de André Villas-Boas, então candidato à presidência do FC Porto.
Grupo foi desmantelado na terça-feira pela Polícia Judiciária.
Rui Roque propôs numa convenção nacional do Chega retirar os ovários a mulheres que abortassem. João Peixoto foi candidato a uma autarquia em Guimarães. Ambos militavam no Chega e no 1143.
"A verdade é que o partido Chega também comunga de muitos dos ideais que esta extrema-direita perfila e manifesta e que divulga nas redes sociais", disse o jornalista Sérgio A. Vitorino, no NOW, na sequência de uma notícia do Correio da Manhã que revela que militantes do partido de André Ventura estiveram envolvidos no grupo de extrema-direita 1143.
António José Seguro e André Ventura são os candidatos a disputar a segunda volta eleitoral.
No Brasil teve quase 50% dos votos e no global tem o dobro dos eleitores no estrangeiro do que Seguro. Discurso nacionalista e redes sociais explicam votação tão expressiva.
Ana Simões Silva diz que não quer ser "uma vereadora meramente decorativa".
Artista publicou um vídeo da obra nas redes sociais, acompanhado de uma descrição com um forte tom irónico.
O antigo primeiro-ministro já teve cinco representantes oficiais na Operação Marquês. Processo continua a arrastar-se no tempo.
O valor resulta de "duas avaliações realizadas por entidades independentes".
Em causa estão cartazes onde se lê: "Os ciganos têm que cumprir a lei".