Ucrânia: Orbán bloqueará 90 mil milhões de euros da UE se petróleo russo não circular
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.
O primeiro-ministro húngaro acusa a Ucrânia de "chantagem" por bloquear o fornecimento de petróleo à Hungria através do oleoduto Druzhba.
O primeiro-ministro da Hungria justifica esta afirmação com o facto de todos os restantes países da União Europeia "serem a favor da guerra".
O governo húngaro aplicou uma lei que criminaliza a realização ou comparência em eventos que envolvam a "representação ou promoção" da homossexualidade, no entanto o presidente da Câmara de Budapeste defendeu a marcha como um evento municipal que não precisa de autorização.
A afronta é real, mas não surpreende. Orbán há muito que transformou a Hungria num laboratório do autoritarismo europeu, atacando minorias, jornalistas, migrantes, mulheres e, agora, o próprio sistema internacional de justiça.
A Rússia que invadiu a Ucrânia há três anos, exige ficar com quatro regiões no leste e no sul do país, além da Crimeia anexada em 2014, e que o Kiev não adira à NATO, o que já foi recusado pelos ucranianos.
Orbán, Netanyahu e Macron foram dos primeiros líderes mundiais a dar os parabéns a Donald Trump pela vitória nas eleições. Marcelo e Montenegro também já felicitaram Trump.
Parlamentares de esquerda manifestaram-se durante o discurso do primeiro-ministro da Hungria, que detém a presidência rotativa do Conselho Europeu, e foram chamados à atenção por Roberta Metsola.
Governo húngaro começou a sua presidência rotativa da União Europeia a 1 de julho. Reuniões que Orbán manteve na Rússia e China não caíram bem em Bruxelas e esta foi a resposta europeia.
Esta semana, Vasco Rato, João Carlos Barradas e Nuno Tiago Pinto analisam a cimeira da NATO em Washington e o tour diplomático do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán.
"Não apresentei qualquer proposta nem formulei qualquer opinião em nome do Conselho Europeu ou da União Europeia", vinca Viktor Órban, numa carta enviada a Michel e também endereçada aos chefes de Governo e de Estado da UE.
Orbán fez uma visita surpresa à China depois de viagens semelhantes na semana passada à Rússia e à Ucrânia para discutir as perspetivas de um acordo de paz na Ucrânia.
Depois de duras críticas da União Europeia e de grande parte dos Estados-membros, a diplomacia ucraniana critica agora Orbán.
A Hungria assumiu na segunda-feira a presidência da União Europeia (UE), que iniciou negociações para a adesão da Ucrânia. Orbán é o único líder dos países da UE considerado próximo da Rússia.
Primeiro-ministro da Hungria acusou a Comissão Europeia de Ursula von der Leyen de ter "falhado na agricultura, na guerra, na imigração e na economia".
Que Europa teremos se Le Pen ganhar as eleições presidenciais em França em 2027? E se a Le Pen, Viktor Orbán e Giorgia Meloni se juntarem outros lideres com visões semelhantes sobre o futuro da UE?
Péter Magyar, 44 anos, divorciou-se duas vezes: da mulher, a ex-ministra no centro de um escândalo, e do partido Fidesz a que pertenceu, e do qual se transformou no maior adversário. Conseguirá agora derrotar Orbán?