Omã afirma que negociações sobre Ormuz são positivas mas alerta para ataques
Omã alertou, contudo, que os ataques contra navios podem afetar as negociações.
Omã alertou, contudo, que os ataques contra navios podem afetar as negociações.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão ressalvou que um acordo com Omã não levará, por si só, à reabertura imediata do estreito de Ormuz, argumentando que o bloqueio iraniano foi uma consequência da ofensiva militar dos Estados Unidos.
Ministério dos Negócios Estrangeiros diz estar a negociar apenas com o Omã.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
Os Estados Unidos dispararam, esta sexta-feira, contra um navio mercante que tentou romper o bloqueio imposto aos portos do Irão. Segundo o Comando Central norte-americano, a embarcação ignorou vários avisos e foi imobilizada no Golfo de Omã.
Uma unidade de fuzileiros navais dos EUA realizou uma inspeção de verificação ao navio M/T Wen Yao no Golfo de Omã. Até quinta-feira, as forças americanas redirecionaram três embarcações comerciais que tentavam romper o bloqueio naval, imobilizaram uma embarcação que não cumpriu as normas e abordaram outra para garantir o pleno cumprimento do bloqueio naval dos EUA ao Irão.
Decisão foi tomada numa conferência realizada por meios digitais entre os ministros do setor da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Após admitir que discute com o Irão os custos associados à gestão daquela via marítima.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
Os Estados Unidos anunciaram ter atingido um petroleiro no Golfo de Omã, depois de a embarcação alegadamente ter tentado violar o bloqueio norte-americano aos portos iranianos. Segundo o exército dos EUA, a operação foi realizada com mísseis Hellfire disparados contra a casa das máquinas do navio.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, esta quarta-feira, que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto e sob controlo internacional. Questionado sobre uma possível partilha de controlo entre o Irão e Omã, Trump respondeu com ameaças dirigidas a Omã.
Para além da energia, Birol está preocupado com o efeito que o bloqueio daquela passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã vai ter na circulação de outras matérias-primas, com impacto potencial na economia mundial.
As forças armadas norte-americanas anunciaram, esta quarta-feira, que abordaram um petroleiro com bandeira iraniana no Golfo de Omã, por suspeitas de tentar violar o bloqueio marítimo imposto pelos EUA.
O luxuoso barco viajou entre o Dubai e Muscat, em Omã, durante o fim de semana, tornando-se uma das únicas embarcações privadas a transitar o estreito nos últimos meses.
O incidente ocorre depois de os Estados Unidos terem apreendido um navio porta-contentores iraniano, no fim de semana, e abordado um petroleiro associado ao comércio de petróleo do Irão, no oceano Índico.
Isabel é guia turística no país do Médio Oriente, onde os cães são considerados animais impuros.