Sam Neill, estrela de 'Jurassic Park', morreu de pneumonia
O ator neozelandês de 78 anos tinha vencido um linfoma. A sua morte foi descrita pela família como "repentina e inesperada".
O ator neozelandês de 78 anos tinha vencido um linfoma. A sua morte foi descrita pela família como "repentina e inesperada".
Uma nova terapia baseada em edição genética conseguiu reduzir para metade o mau colesterol, com um único tratamento. Não se sabe se os efeitos se mantêm ao longo do tempo, mas o potencial é de cura - e de, talvez um dia, poder evitar mesmo estes problemas.
Em fevereiro, a família já tinha tornado público que Kevin Keegan, de 75 anos, e um dos nomes mais carismáticos da história do Liverpool, que representou entre 1971 e 1977, padecia da doença.
Denominado Yeztugo, o tratamento consiste em duas injeções anuais.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.
Fragmentos de osso, restos de tumor, sangue, urina ou até cabelos são hoje determinantes na investigação científica. Na Nova Medical School, em Lisboa, há um repositório destas amostras biológicas que permitem testar novos medicamentos, métodos de diagnóstico e dispositivos médicos. O biobanco arrancou há um ano e já tem vários projetos em curso.
Reduzir a dor provocada pela inflamação nas articulações pode ser uma tarefa impossível. Uma nova terapia, que elimina vasos sanguíneos na origem da dor, oferece esperança.
A tecnologia está a mudar a forma como são prestados os cuidados de saúde. Permite fazer diagnósticos em frações de segundos e prevenir AVC, oferecer tratamentos mais personalizados e antecipar crises de doenças como a diabetes ou a esclerose múltipla, operar um tumor com visão de Super-Homem e até devolver a voz a quem deixou de comunicar.
A partir dos 50 anos, o aumento da próstata é uma preocupação que ocupa a mente dos homens. Uma nova técnica afasta receios.
Um estudo demonstrou que o novo tratamento reduziu em um terço o risco de morte nos casos de cancro da mama HER2-positivo. Nos doentes com metástases cerebrais o tratamento reduziu o risco de progressão do cancro ou de morte em 52%.
É o segundo medicamento no espaço de um ano a mostrar resultados no atraso da progressão da doença de Alzheimer.
Professor de Filosofia no MIT defende que a felicidade não deve ser um objetivo de vida, mas um efeito secundário. Diz que a sociedade tem de ser mais realista e que temos de sofrer para ter bem-estar.
O tratamento deverá aumentar a eficácia da radioterapia, reduzir custos e diminuir a exposição do corpo humano à radiação para apenas alguns milissegundos, reduzindo assim possíveis efeitos colaterais.
Este novo medicamento para o Alzheimer é o primeiro a demonstrar claramente em ensaios clínicos que retarda a progressão da doença.
O Xevudy, um tratamento à base de anticorpos monoclonais de longa ação, mostrou reduzir em 79% o risco de hospitalização e morte em adultos com alto risco de apresentar sintomas.
Os resultados são já da fase 3 dos ensaios clínicos, concebida para avaliar a segurança e eficácia do tratamento.