Exames: No topo do ‘ranking’ os exames são o espelho das notas internas
Em muitas ocasiões a diferença para a nota atribuída pelos professores não chega a um valor.
Em muitas ocasiões a diferença para a nota atribuída pelos professores não chega a um valor.
Em causa estão as falhas identificadas no processo de correção dos exames.
Este é o 25.º ano em que são conhecidos 'rankings', que passaram a ter várias análises de dados, que vão além da clássica lista de estabelecimentos de ensino ordenados tendo em conta apenas a média dos alunos nos exames nacionais.
Das escolas inspecionadas, 10 eram privadas e as restantes 15 eram públicas.
Nas escolas privadas os estudantes terminam o ensino secundário com uma média interna (sem exames nacionais) de 16,9 valores. Já no ensino público ficam-se pelos 15,0 valores, numa escala de zero a 20.
As medidas excecionais de conclusão do secundário e acesso ao ensino superior não resolveram os principais problemas de quem já frequentava este nível de ensino, revela novo estudo.
Média das classificações internas nas escolas públicas foi de 15 valores, revelam dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.
Além de passarem a ser uma presença mais regular nas escolas, os inspetores de educação instauraram "12 processos disciplinares" relacionados com a avaliação interna dos alunos.
Ministério da Educação suspendeu de funções a diretora pedagógica e ordenou o encerramento do colégio.
Foi determinada a aplicação de sanção de encerramento do estabelecimento de ensino por um ano letivo, que fica suspensa pelo período de dois anos.
Tiago Brandão Rodrigues referiu que as classificações dos alunos dependem de diversos fatores "que não têm qualquer relação com a ação da escola".
Os inspetores de educação instauraram desde o ano letivo de 2019/20 66 processos disciplinares e passaram a ser uma presença regular nas escolas onde normalmente são identificados estes problemas.
João Gama Leão, fundador da Prébuild, recusa ter tido tratamento especial do BES e a acusa o Novo Banco de o ter "liquidado". As histórias que contou, e alguns documentos do banco, apontam noutro sentido.
O Governo quis acabar com estes exames, mas a Assembleia da República alterou a lei, com os votos contra do PS. Contudo, ninguém quis decidir como serão e o que vão valer, "culpa" do desnorte numa comissão que deveria ser especializada.
No final do ano letivo, o Ministério da Educação vai voltar a realizar testes de diagnóstico para avaliar os efeitos do ensino à distância nas aprendizagens dos alunos.